Em Glenrio a população mais numerosa é a de cachorros

Continuando a minha aventura, volto a falar de Glenrio, pois a mesma cidade que é a última do Texas é a primeira do Novo México. Como muitas outras no meio de divisas, aquela também tinha seus aspectos curiosos. Embora a estação ferroviária ficasse no lado leste (no Texas), a maior parte da população preferiu se acomodar do lado oeste (no Novo México).

É razoavelmente comum nos EUA cidades que se espalham por dois lados da divisa entre dois estados. Eu mesmo já havia passado por uma: Saint Louis, no Missouri. Ainda que tendo dupla localização, muito pouca gente vive em Glenrio. Apesar de ter sido uma importante passagem, está relegada hoje aos trechos da velha Route 66, que tem ali quatro faixas, herança dos tempos áureos. A população mais numerosa é a de cachorros, que tornam impossível a chegada de qualquer viajante sem que a cidade inteira tome conhecimento, tamanho o alarido que fazem.

Logo em seguida, passei por San Jon, outro lugar que, assim como Glenrio, nasceu por causa da estrada de ferro. O primeiro prédio surgiu em 1902, embora o trem só tenha chegado dois anos mais tarde. O nome da cidade provavelmente é uma americanização da palavra espanhola zanjon, que significa canal profundo. Hoje, cerca de trezentas pessoas vivem lá. Para além desta pequena comunidade, a estrada fica bastante ruim e é possível entender por que a Route 66 foi considerada perigosa para o tráfego pesado.

Cidade na Route 66 do estado do Texas

Glenrio

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

Glenrio fica na divisa entre o Texas é Novo México

No Texas, há 299 km da Route (66,91%) ainda em uso

Sorte sua que Shamrock existe

Curiosidades: arame farpado e “gringos”

Britten USA Water Tower a Torre de Pizza em plena Route 66

Numa Harley-Davidsons a liberdade me tocava a cada metro

Amarillo é o centro de cowboys e gado

Um dos locais mais incríveis: Cadillac Ranch

Big Texan Steak Ranch, se comer o steak em 1h não paga

McLean uma cidade pacata e simpática

Palo Duro Canyon: as belas formações rochosas destacam-se

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Peça muitas dicas à equipe do hostel

Cuide de seu cartão de credito no exterior

Montar a mala é como um quebra-cabeça

Nova York oferece ótimas e muitas opções de outlets que valem a pena!

Viajar com pets dentro e fora do país

Para viajar mais é necessário planejar

Pesquise sobre o lugar para onde você vai

Será um momento perfeito para fazer reflexões

Cozinhar ou comprar comida no supermercado são formas de economizar

De dólar em dólar, você economiza um montão

Leve pouca bagagem na sua viagem

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Acampar é uma terapia na qual todas as pessoas deveriam experimentar

Só na ficção o sujeito escolhe um local aleatório no mapa

Viajar durante a semana é mais barato

Em Boston, com amigos antes de percorrer a Route 66

A minha agenda para aqueles dias em Boston estava repleta de encontros com amigos que fiz quando morava ali. À medida que me aproximava do Centro, lembrava de o quanto a cidade me parecera assustadora da primeira vez. Boston não é exatamente muito grande.

Cercada de mar por quase todos os lados, parece um grande aterro. Aliás, boa parte dos bairros novos são resultado da engenharia humana. Mesmo assim, fiquei um pouco intimidado com os arranha-céus das mais variadas cores, formas, tamanhos e materiais nas fachadas. Os viadutos, verdadeira mania americana, deixam o homem muito pequeno. Sob estas gigantescas “obras de arte”, segundo a denominação dada pelos arquitetos, a cidade fica mais escura, soturna, hostil até.

Quando cheguei à casa de Amaro, que ficava na Larch Street, só queria saber de dormir. Estava no meu limite. Embora não tenha sido uma viagem das mais cansativas, o tal de jetleg, síndrome que acomete quem percorre longas distâncias de avião, derrubou-me. Chega um momento em que as pessoas falam com você e parece que elas estão em rotação lenta, mas, na verdade, é você quem está. Era assim que eu me sentia: devagar, quase parando. Resolvi, então, dar uma folga para o corpo e fui me deitar, mas o estômago acabou reclamando seu naco de atenção.

Estava prestes a percorrer um símbolo que desperta paixão e curiosidade. A Route 66 faz parte da galeria de mitos americanos. Estar com os amigos em Boston era também motivo de forte emoção. Todos eles me ajudaram muito naqueles tempos difíceis. Amaro, por exemplo, chegou a rachar comigo as despesas de um quarto, quando estávamos os dois cheios de planos. Assim, poucos dias antes de eu iniciar a nova aventura, fizemos uma reunião com todos os companheiros dos “velhos tempos”:

Estava prestes a atravessar uma região mítica e que me era desconhecida, de todas as maneiras possíveis e imagináveis. Para viajar sem um esquema previamente montado, é preciso, sem dúvida, ter resistência. Consciente disso, aproveitei minha semana em Boston para, além de comprar os últimos equipamentos necessários à viagem, preparar-me sob três pontos de vista: biológico, psicológico e físico.

A preparação biológica era mais fácil. Teria que me acostumar de novo a dormir menos, a andar mais durante o dia e à dieta americana. No aspecto da resistência física, Boston foi muito útil, pois a cidade é um paraíso para quem curte caminhar. Percorrer as ruas estreitas, todas de mão única, com tráfico pesado e traçado obtuso, faz a pessoa se sentir na Europa em pleno território americano, sobretudo quando se passa por Beacon Hill, com suas casas elegantes, de tijolos e jardineiras, e seus moradores de modos rígidos, geralmente bem vestidos e com sotaque britanizado.

Quanto à parte psicológica, faltava-me algo: preparar-me adequadamente para o inesperado, para os problemas, os desafios, que sempre surgem ao longo de qualquer jornada. Aprender a enfrentar e vencer o medo é um exercício a que a humanidade vem se dedicando possivelmente até mesmo desde antes de Alexandre, o Grande. Quem se deixa dominar pelo medo tem maior dificuldade de arranjar uma solução criativa para resolver impasses. E não só os de uma viagem.

Todos temos limites, alguns deles intransponíveis. Procurar o equilíbrio foi a minha missão principal naqueles dias em que andei, fiz compras, conversei com os amigos e me informei a respeito de tudo que tinha 66 no nome. Suponho que possa estar passando a impressão equivocada de ser uma pessoa saudosista, presa ao passado ou qualquer coisa semelhante.

Cidade nos Estados Unidos

Boston

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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Viajar durante a semana é mais barato

 

Em Barstow a sensação de explorar a Route 66 é constante

Estive em Barstow, fundada em 1880. Inicialmente, Barstow era um agitado centro para aqueles que se dirigiam ao Death Valley, onde fervilhava a atividade da mineração. Localizado próximo à cidade, ali foi descoberta grande quantidade de prata, em 1851. Quatro anos depois, Barstow já contava com dois hotéis, uma igreja, 13 saloons e até um pequeno bairro chinês, um “Chinatown”.

Tornou-se, ainda, a meca da Companhia Ferroviária de Santa Fé, como vimos, uma das principais do gênero existentes nos EUA, responsável no final do século XIX pelo mesmo tipo de desenvolvimento que a Route 66 proporcionaria alguns anos depois. Hoje, o lugar tem cerca de vinte mil habitantes e sua rua principal, a Main Street, é aquela por onde passa a Route 66.

Como a rodoviária fica afastada do centro, uma boa opção é hospedar-se num hotel nas suas redondezas. Quando saltei do ônibus e vi a longa ladeira que precisava subir para chegar ao coração da cidade, e considerando o peso respeitável de minha mochila e o meu cansaço, foi o que fiz. Depois de estar devidamente acomodado, resolvi, para ter maior mobilidade, alugar um carro. Aliás, isso foi uma das primeiras coisas que aprendi no estado: a Califórnia é talvez a região mais rodoviária dos EUA e sem carro, fica tudo muito complicado.

Assim, fui de carro para Newberry Springs, que fica a 43km de Barstow, na direção leste. A estrada era árida, seca, o dia estava quente. Mas eu estava bem. Abordo de um bólido vermelho e com o vento no rosto, senti de novo uma imensa alegria correndo pelas veias. Liberdade talvez fosse o sinônimo desta sensação.

No rádio, começou a tocar o tema do filme Thelma e Louise (1991). Parecia que o programador da emissora “KW qualquer coisa” estava querendo responder à minha dúvida. Descobri exatamente como eu me sentia naquele momento. Como as personagens do filme de Ridley Scott. Livre de medos, de amarras, apenas deixava, o sedan levar-me pela estrada.

Todo mundo tem um momento na vida em que se depara com um abismo. E, dependendo da circunstância, ele representa uma opção diversa. Durante a minha viagem, deparava-me a todo instante com um novo desafio. Os estados sucediam-se e com eles as situações inusitadas, emocionantes, difíceis até. Por mais de uma vez, senti que algo visceral corria dentro de mim e vinha se tornando mais e mais forte.

Era uma dica: estava no caminho certo. No caminho que o chefe espiritual de Tesuque havia traçado. Embora sentado num carro, sentia-me como se estivesse realmente voando em busca da liberdade. Ainda que a descida de mula no Grand Canyon tenha tido um gosto de feito épico, que é como a maioria das pessoas entende e conceitua uma “aventura”, a emoção que vivenciei ao vencer cada etapa planejada, a sensação de que eu era capaz de ir em frente, apesar das barreiras, para num constituíram a minha grande aventura. Uma aventura que estava ainda em pleno curso, pois sabia que haveria sempre muito que ver, por mais que já tivesse visto.

Cidade na Route 66 no estado da Califórnia

Barstow

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Curtindo as cidades no estado de Oklahoma

Cheguei então a Stroud, cidade que foi bastante agitada até Oklahoma ser admitido como estado. Nada menos que nove saloons disputavam a presença dos cowboys, que levavam gado até aquele lugar. Depois, tornou-se uma cidade “seca”, sem bebida, e hoje tem apenas 2.500 habitantes.

Entre Stroud e Bristow, está depositada a maior reserva estadual de petróleo: nada menos do que 75 bilhões de pés cúbicos. Apesar de tudo, no ramo da alimentação, a pacata localidade oferece duas atrações interessantes, o Chili Willie’s Famous Chicken e o Rock Cafe, ponto tradicional da Route 66. É fácil reconhecê-lo, porque há um anúncio da Coca-Cola, recém-colocado, mas reproduzindo as antigas placas. Quando entrei no Rock Cafe, senti-me nos anos 50, em especial depois de ver uma bem conservada juke box, que, obviamente, esmerava-se no repertório. O chef é suíço, o que faz o cardápio inflar de “especialidades suiço-germânicas”. Os churrascos e hambúrgueres grelhados eram bastante saborosos e cheiravam gostosamente antes de fumegar à minha frente. Como havia voltado no tempo, resolvi dar uma olhadinha no 66 Antiques, uma atraente loja com artigos de época relacionados à Route 66.

Passando por Davenport, que tem 1.500 habitantes, entrei em Chandler. A vila é sossegada e organizada, e grande parte dos cerca de quatro mil moradores é muito prestativa. Na First Street, fica o Lincoln Motel, um exemplo de conservação dos marcos da Route 66, em excelente forma para um prédio inaugurado em 1939.

Não pretendia dormir lá, mas decidi dar uma parada, o que foi ótimo, pois o dono acrescentou-me algumas informações sobre a história da estrada. Conforme ele me disse, pude comprovar que a cidade adora restaurações: mais adiante, vi um posto de gasolina bem parecido com os primeiros que havia conhecido ainda em Illinois. A determinação para reformas explica-se, segundo ele, pelo fato de que em 1897 praticamente todos os prédios da cidade foram abaixo por causa de um vendaval. A reconstrução começou imediatamente. No entanto, o caso mais saboroso que relatou foi esse:

— Aqui em Chandler ocorreu o último duelo no estilo tradicional do Velho Oeste. Foi em 1924, e quem perdeu a vida foi um policial chamado Bill Tilghman. Ele está enterrado no cemitério municipal — contou.

Outra comunidade simpática no caminho é Arcadia, fundada em 1889 no processa conhecido como Land Run, na ocupação do então território de Oklahoma. Tem apenas 450 habitantes. Mesmo assim, abriga uma construção famosa, o Round Barn, erguido em 1898, que faz parte do Registro Nacional de Locais Históricos, que o considera uma espécie de patrimônio cultural.

O celeiro, redondo, é de carvalho nativo e já existia muito antes de Cy Avery pensar em idealizar a Route 66. Uma das principais qualidades da obra é a sua acústica. Dizem que é possível ouvir um alfinete cair no chão do lado oposto ao que se está. Basta ficar perto das paredes. Se o tratamento acústico for suficiente para satisfazer a sua fome de conhecimentos, possivelmente só lhe restará satisfazer a fome física: assim, vá ao Bob’s BBQ.

Cidades na Route 66 do estado de Oklahoma

Quapaw | Commerce | Miami (OK) | Afton | VinitaChelsea | FoyilClaremore |Catoosa | Tulsa | Sapulpa | Bristow | Stroud | Davenport | Chandler | Arcadia | Oklahoma City | Bethany | Yukon | El Reno | Hydro | Weatherford | Clinton | Elk City | Sayre | Erick | Texola

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Curiosidades: arame farpado e “gringos”

No prédio do Old Route 66 Texas Exhibit, que é como se chama o museu, fica outro tipo de exposição muito interessante: o Devil’s Rope Museum, dedicado a um artefato inventado durante a conquista do Oeste americano. O nome é uma alusão alegórica a ele: corda do diabo, que, na verdade, é o hoje popular arame farpado.

É o maior museu sobre a história deste artigo. A vida dos pioneiros era difícil. Para manter o gado protegido de animais selvagens, e mesmo de salteadores e ladrões, foi necessário criar algo que afastasse os indesejáveis. O inventor ficou rico em pouco tempo, porque o arame farpado foi patenteado e virou coqueluche nacional em meados do século XIX.

A Guerra do México, entre 1845 e 1848, é considerada pelos historiadores como uma das campanhas militares mais desastrosas para o exército americano, ainda que o conflito tenha resultado em vitória para os EUA.

O México tinha um governo instável, pouco mais de duas décadas depois de se tornar independente da Espanha. Nas disputas internas, a questão do Texas transformou-se em bandeira. Mesmo com aquele território tendo proclamado a sua independência, os mexicanos consideravam que os EUA declararem a anexação seria uma atitude provocadora.

O México entendeu o envio de tropas para a fronteira do Texas como provocação e iniciou um conflito que teve 17 meses de efetivas batalhas. Os EUA arregimentaram muitos voluntários que apoiavam o conflito, fazendo com que o exército pulasse dos regulares seis mil homens para 115 mil.

Ao final, através do já referido Tratado de Guadalupe Hidalgo, os EUA confirmaram a soberania sobre o Texas e ainda ficaram com o Novo México e a Califórnia, o que anexou 3,1 milhões de quilômetros quadrados ao território americano. Em troca, o México recebeu US$ 15 milhões como indenização.

O exército americano, na guerra que ajudou a redefinir as fronteiras dos EUA, trajava uniformes verdes e era conhecido como the greens. A população, revoltada com a violência dirigida inclusive aos civis, protestava contra eles com o slogan: “Green go”. A corruptela transformou-o no adjetivo gringo, que passou a designar os estrangeiros, sobretudo dos países ricos e, em especial, dos EUA.

Cidade na Route 66 do estado do Texas

Mc Lean (TX)

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Como surgiu a música “Get your kicks on Route 66”

Robert William Troup Jr. Natural de Harrisburg, Pensilvânia, era filho de um excelente pianista, que não chegou a vê-lo iniciado na música. A mulher Cynthia propôs-lhe escrever uma música sobre a Route 40.

Ele não gostou da ideia. Mais para frente, depois que passaram pelas Meramec Caverns, no Missouri, a mulher sussurrou ao seu ouvido: “Get your kicks on Route 66.” Foi assim, por acaso, que nasceu o maior sucesso da carreira de Troup.

Quando chegou a Los Angeles, conseguiu mostrar algumas de suas composições a um dos mais requisitados cantores da época, Nat King Cole. Nat amou de cara a música sobre a estrada. A gravação teve uma repercussão enorme. Foi reeditada na voz de diversos outros intérpretes.

Algum tempo mais tarde, Nat King Cole encontrou-se com Troup e ambos descobriram que, não importava quantas músicas compusessem ou cantassem, o sucesso eterno seria sempre a que falava da Route 66.

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Como está atualmente o percurso da Route 66?

Atualmente, o percurso da Route 66 é feito por cinco estradas interestaduais diferentes. Entre Chicago e Saint Louis, a Interstate 55; de Saint Louis a Oklahoma City, a Interstate 44; de Oklahoma City até Barstow (Califórnia), a Interstate 40; dali até San Bernardino, a Interstate 15; e, finalmente, de San Bernardino até Santa Mônica, o ponto final, pega-se a Interstate 10.

Pode-se imaginar que pelo fato de estar “desativada” pelo governo, a Route 66 não exista mais como tal. No entanto, longos trechos são totalmente trafegáveis e servem hoje como vicinais entre pequenas comunidades, que a utilizam para transporte e escoamento de pequenas produções, e para quem deseja evitar as interstates, de tráfego mais pesado.

Por causa desta importância, cada um dos oito estados que atravessa tem uma associação dedicada a preservar a 66 não só do ponto de vista físico — como no conserto de alguma falha no asfalto —, como também da memória.

Há todo um mercado editorial em torno da estrada, com revistas bimestrais e jornais, assim como eventos a ela dedicados; de competições automobilísticas no Arizona a concursos de miss, dos quais participam candidatas dos oito estados. A preocupação básica é transmitir para gerações futuras histórias e personagens que se envolveram com a Route 66, nos aspectos econômico, cultural ou turístico.

A Route 66 não combina com o lado asséptico, frio e pragmático das highways modernas. Hoje, as rodovias passam, geralmente, ao largo das cidades ou, no máximo, por sobre elas, em forma de viadutos.

Ao se viajar pelas highways, pouco se conhece das localidades que atravessam. Elas servem às cidades, mas não se integram a ela. Evidentemente, algumas das ideias bem-sucedidas da velha mãe foram incorporadas, como os postos de serviço e as lanchonetes de beira de estrada.

A Route 66, no entanto, entrou no coração das cidades, transformou-se na sua principal rua (ou, pelo menos, numa das principais) e adquiriu intimidade com o cotidiano daquelas comunidades, tornando-se personagem fundamental de suas vidas. No auge, ela servia de passagem para uma economia que chegou a movimentar alguns bilhões de dólares.

Exatamente por isso, pelo tom pioneiro e de intimidade, é que tantas pessoas ainda cultuam quilômetros e quilômetros de asfalto que na verdade não existem, apenas oficialmente. Nos corações dos moradores às suas margens e nos dos milhares e milhares de turistas que passaram e passam por ela, indo do meio-oeste para a Califórnia e de lá para o meio-oeste, a Route 66 continua existindo.

É como na música de Bobby Troup: ponha os pés na estrada e vá em frente. “If you ever plan to motor west / travel my way; / take the highway that’s the best. / Get your kicks on Route Sixty-Six.” (Se você pensar em ir para o Oeste / viaje pelo meu caminho; / pegue a rodovia. que é a melhor. / Ponha os pés na Route 66.)

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A maior economia da sua viagem poderá ser a passagem aérea

Você precisa ter uma média de quanto dinheiro pode gastar

Não despreze sua intuição, principalmente se você quer viajar sozinha

Las Vegas é a famosa cidade da diversão, mas você pode aproveitá-la para comprar!

Viagem em família com animais de estimação é uma tendência

Pesquise sobre os eventos que irão ocorrer no local

Pesquise a localização do quarto para pechinchar

Siga sempre a sua intuição!

Pare apenas em locais seguros

Confira as datas dos feriados e fuja deles

Controle seu vício, diversão e consumo

Atenção com malas durante viagens de trem, aeroportos e ônibus

Prepare-se para pagar pelo excesso de peso

Respeite algumas regras ao hospedar-se num hotel

Viajar pode ser mais barato do que você pensa

Chegando ao final do estado de Oklahoma

Finalmente, deixei Clinton e segui viagem. No caminho, passei por Foss, uma cidade considerada oficialmente como fantasma. A única lembrança da Route 66 é um posto de gasolina abandonado. Depois de algum tempo, cheguei a Elk City, com mais de dez mil habitantes. Originalmente, ela chamava-se Crow. Mudou seu nome para Busch em 1901, com a esperança de que o magnata da cerveja de Saint Louis, o dono da Budweiser, construísse uma fábrica na cidade. Ela estava na trilha dos cowboys, no movimento que ficou conhecido como Dodge City Cattle Trail, quando reses de gado foram conduzidas para o norte.

Em 1947, foi descoberto um poço de petróleo em Elk City e nos seis anos seguintes foram extraídos mais de 27 milhões de barris do ouro negro. Nas décadas de 1930, 1940 e 1950, a Route 66 desempenhou papel decisivo para a comunidade, que foi eleita pelos viajantes uma de suas paradas preferidas para o pernoite. Até hoje, os muitos motéis espalhados pela 3rd Street atestam esta fama.

A cidade tem orgulho de sua herança cultural, o que pode ser conferido no Basin Museum of Natural History, localizado no Centro, no prédio do Casa Grande Hotel. No pátio detrás, encontra-se um monumento à atividade principal da região: uma sonda gigante com 55m, a maior do mundo fora de operação. Era capaz de buscar petróleo em buracos com cerca de três metros de diâmetro por até 1.370m de profundidade. Na mesma rua do museu, fica o County Dove, uma mistura de gift shop com casa de chá. Mesmo que não se faça o estilo vegetariano, seria imperdoável dispensar a French silk pie. É uma sobremesa tão leve, que parece feita de “ar de chocolate”. Fiquei em dúvida se deveria usar o garfo ou se simplesmente cheirá-la resolveria.

A caminho do Texas, atravessei Sayre, lugarejo de cinco mil habitantes, onde a Route 66 é a rua principal. Uma história curiosa envolve uma ponte que servia à Route e passava pela cidade. Nela, teria acontecido a “grande revolta indígena” de 1959, em que a ponte teria sido queimada e barricadas teriam sido erguidas. A cada carro de fora do estado que tentava passar, os estudantes locais mandavam suspender os vidros e voltar para o Oeste por causa da revolta.

Apesar de a polícia rodoviária ter retido muitos carros, até hoje não se sabe ao certo se a revolta aconteceu mesmo ou foi apenas uma brincadeira dos jovens. No Centro de Sayre, fica o tribunal que serviu de cenário para o filme As vinhas da ira (1940), de John Ford, baseado no livro homônimo de John Steinbeck, que conta a história dos que sofreram com as grandes tempestades de areia que varreram Oklahoma e parte do Texas nos anos 30, no episódio que ficou conhecido como Dust Bowl.

Cidades na Route 66 do estado de Oklahoma

Clinton | Elk City | Sayre

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

Curtindo as cidades no estado de Oklahoma

Como está atualmente o percurso da Route 66

Oklahoma é um dos lugares mais “quentes” da Route 66

Pionerismo de Oklahoma em criar a Route 66

Os mistérios da spooklight

Percorrendo a 66 de carona no estado de Oklahoma

Michael Wallis é o maior estudioso sobre a Route 66

Tulsa tem abundância de arquitetura art déco

Bunion Derby transformava pessoas comuns em heróis

“Costelas de dinossauro” na mother road

A cidade fantasma de Texola

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

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Viajar pode ser mais barato do que você pensa

O Camp Joy ajudou muitos viajantes na Route 66

No começo da Route 66, desenvolveu-se rapidamente no Missouri um tipo de negócio: os acampamentos. A geografia da região facilitava aos pequenos empreendedores construir cabanas ou motéis de madeira com um custo bem baixo. Isso atraiu muitas pessoas, como, por exemplo, Emis Spears. Ele, sua noiva Lois e os pais saíram em dois Fords, modelo T, em busca de um terreno para montar um camping.

Eram os anos 20, e eles circularam por Oklahoma e pelo Missouri através da então recentemente aberta Route 66, ainda sem pavimentação. Quando chegaram a Lebanon, pararam na margem da estrada e começaram a contar o número de carros que passavam por ali. Os dados devem tê-los agradado bastante, porque decidiram estabelecer-se. Compraram um lote de terra, ergueram algumas tendas, alugadas a 50 cents por noite, e fundaram o Camp Joy. Quem me contou essa história foi a filha do casal, Joy Fischer, que mora em Lebanon.

— O turismo era ainda um bebê de colo naquela época e o Camp Joy estava sempre recebendo melhorias e mais cabanas.

A evolução foi exatamente esta: começou com o viajante parando na estrada e montando o seu próprio acampamento por uma noite; depois, surgiram os campings públicos e os privados, que se transformaram posteriormente nos bangalôs para turistas e, após a Segunda Guerra Mundial, nos motéis modernos. Joy lembrou com saudade do tempo em que o motel crescia como negócio familiar:

— No começo, os viajantes faziam o próprio jantar em fogueiras ao ar livre. Mais tarde, minha mãe e minha avó montaram um café na nossa casa, do outro lado da estrada. As pessoas, à noite, iam nos visitar, conversavam. Conhecemos e ficamos amigos de muita gente. — Soltou um suspiro e continuou: — Até a TV chegar.

— Como assim? — perguntei curioso.

— Depois que a TV e o ar-condicionado chegaram às cabines, as pessoas deixaram de se visitar, não quiseram mais se reunir para conversar.

Os Spearses foram pioneiros no negócio de fornecer comida, hospedagem e combustível. Todos estes comércios desenvolveram-se ao longo da Route 66 e muitos estabelecimentos viveram em função deles.

Cidade na Route 66 no estado do Missouri

Lebanon

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Viajar pode ser mais barato do que você pensa

O Bunion Derby transformava pessoas comuns em heróis

Novamente a sorte me sorriu e fui parar no Claremore Motor Inn, onde veio ao meu encontro um pouco mais da história da Route 66. Não é um marco da cidade, mas é um lugar confortável, com um recepcionista ótimo para uma boa conversa. Ele foi um antigo patrulheiro da Route e contou-me parte de um acontecimento famoso: o Bunion Derby, maratona organizada pelo promoter C. C. Pyle, a fim de despertar o interesse pela Route 66.

O vencedor da legendária corrida foi Andy Payne, natural de Claremore. Mas, Pyle, na verdade, não tinha qualquer ligação direta com a estrada. Era um empresário, especialista em fazer grandes negócios e em marketing pessoal, além de se empenhar em vender a idéia daquilo que estivesse promovendo. Até então, seu feito mais conhecido fora empresariar um jogador de futebol americano, Red Grange. Idealizou, assim, uma maratona de 5.712km, em que corredores de todo o mundo sairiam de Los Angeles, atravessariam toda a extensão da Route 66 e continuariam até Nova York. O prêmio para o vencedor seria de US$ 25 mil.

O derby prometia transformar pessoas comuns em heróis e chamaria a atenção do país para a Route 66. Isso despertou o interesse da Associação da Route 66, que viu na promoção do evento uma chance de melhorar as condições da estrada, ainda longe de estar totalmente pavimentada. O ano era 1927.

Em 4 de março de 1928, cerca de quinhentos mil espectadores assistiram os 275 corredores contornarem a Ascott Speedway, em Los Angeles, e começarem uma das mais longas e impressionantes odisséias do esporte moderno. Mesmo com atletas reconhecidos de todo o mundo, no segundo dia o número de concorrentes caíra para 199.

Havia todo o tipo de gente, velhos, jovens, um ator de cinema, que iniciou a corrida com os trajes bíblicos de um filme que estava fazendo, e até um garoto que comemorou seu aniversário de 16 anos na Route. Os familiares e treinadores acompanhavam de carro os maratonistas, assim como uma “van hospital”, outra que servia de restaurante e até mesmo um ônibus para a imprensa dormir. Por todas as cidades em que passavam, ao longo da Route 66 eram recebidos como heróis.

Nunca o mundo havia batido às portas daquelas modestas comunidades e elas retribuíam com discursos dos políticos, bandas, homenagens, saudações, tornando-se uma inesgotável fonte de noticias para os jornais e emissoras de rádio. Mas, como não poderia deixar de ser, aconteceram também alguns problemas. Corredores foram atingidos por carros. Outros pararam em cidades no meio do deserto que não tinham água para lhes oferecer. Várias localidades foram excluídas da Route por não terem concordado em dar apoio financeiro à corrida.

Em algum ponto entre o Texas e Oklahoma, um rapaz de Oklahoma, Andy Payne, assumiu a primeira posição. Era um índio cherokee cuja motivação para correr era a da maioria: precisava do dinheiro. Apesar da Depressão ter chegado oficialmente apenas em 1929, durante toda aquela década a zona rural dos EUA sofreu. Payne fora de carona até a Califórnia atrás de um emprego que nunca se materializara. Com o prêmio, poderia ajudar a família, voltar para casa e casar com a namorada. Algumas semanas mais tarde, quando os maratonistas chegaram ao Madson Square Garden, em Nova York,

Payne estava em primeiro lugar. Caiu como uma luva o fato de um oklahoman ter vencido. De todos os estados pelos quais a maratona passara, Oklahoma foi o que mais prestigiou o evento. Mais populosos do que os do oeste e menos “modernizados” do que os outros a leste, os moradores daquelas pequenas cidades se aglomeravam para ver o que estava “acontecendo no mundo”.

A Route 66 era a sua janela para a civilização. Quando ela foi fechada, quase todos aqueles lugarejos foram abandonados e relegados à estagnação. Mas, em 1928, tudo era festa. Em Oklahoma City, que eu conheceria adiante, mais de mil carros acompanharam os maratonistas, recebidos com bandas, tribunas de honra e uma multidão de entusiasmados torcedores. O governador do estado deu um prêmio especial para o primeiro colocado. As aulas nas escolas foram interrompidas para que as crianças pudessem ver a passagem dos corredores, que fazia também com que fazendeiros e profissionais de toda a espécie deixassem seus afazeres de lado. Valia a pena se aglomerar para ver os heróis.

Quase noventa dias depois de deixarem Los Angeles, apenas 55, dos 275 iniciantes, atingiram a linha de chegada em Nova York. Não havia bandas, multidões ou recepção oficial. Apenas dez maratonistas ganharam um prêmio em dinheiro, e mesmo assim tiveram que esperar cerca de seis dias até que Pyle conseguisse organizar suas finanças para finalmente pagá-los. Mas, se os nova-iorquinos não demonstraram o menor interesse, Oklahoma enviou uma delegação até a cidade para festejar a vitória de Payne.

A Route 66 viu muitos eventos ao longo de seu trajeto, antes e depois deste, mas nenhum tão grandioso. De qualquer forma, o país inteiro passou a conhecer muito melhor a 66 depois do Bunion Derby.

Cidade na Route 66 do estado de Oklahoma

Claremore

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Budville era uma oficina no meio do deserto

Seguindo viagem na direção oeste, topei com um muro branco no qual uma caveira avisava que “700 milhas de deserto” estavam adiante e oferecia sacos de gelo. Entre ansioso e angustiado, percebi que uma nova fase da minha aventura iria começar, com a mudança da vegetação e da temperatura.

A 48 km de Albuquerque, atingi o pueblo de Laguna, o único pueblo importante à beira da Route 66 e que tem a particularidade de ter sido construído após a invasão espanhola, em 1800. Depois de atravessar uma ponte de ferro sobre o rio Puerco, a estrada seguia pela Laguna Reservation, onde é possível encontrar-se vias auxiliares que levam a ruínas indígenas e a minas de urânio. Como o transporte de urânio é perigoso, os campos de testes foram estabelecidos por lá mesmo, aproveitando o fato de que a região é esparsamente habitada.

No caminho, passa-se perto do pueblo de Acoma, também conhecido como Sky City, o mais antigo da América, no alto de um monte, a 18 km ao sul da Route 66. De novo, o cinema veio a esta região, onde foram feitas cenas do filme My name is nobody (1973), com Henry Fonda.

Logo depois, cheguei a Budville, cujo nome refere-se a H. N. “Bud” Rice, dono de uma oficina mecânica em 1928, quando a Route 66 ainda estava cheia de vida. Naquela época, todos os carros que quebravam entre Albuquerque e Grants eram rebocados para a oficina de Bud.

Adiante, encontrei Cubero, local onde o escritor Ernst Hemingway isolou-se para trabalhar naquele que se tornou talvez o seu romance mais conhecido, O velho e o mar. Pode parecer estranho a princípio que Hemingway tenha ido saborear suas taças de vinho à beira da montanha para escrever sobre o mar.

No entanto, ele mesmo explicou de forma filosófica a opção. A qualidade da percepção humana depende do contraste. Se a missão era escrever sobre o mar, o bom seria ir para um lugar o mais longe possível dele. Naquele momento, a vila de Cubero veio bem a calhar.

 

Cidades na Route 66 no estado do Novo México

Albuquerque | Grants

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A Britten USA Water Tower é a Torre de Pizza em plena Route 66

A estrada entre Alanreed e Groom estava intransitável, em virtude dos desgastes causados pelo passar dos anos e das mudanças na Route. Boa parte do alinhamento original está hoje dentro de propriedades privadas, com aquelas sinalizações claras de “Sem acesso” ou “Proibido ultrapassar”. Por aqui, os mapas da Route 66 indicam a passagem por intermináveis canyons, pequenas serras, subidas e descidas, que logo terminam em longas pradarias.

A paisagem parece totalmente sem árvores. O Texas é o segundo estado americano em tamanho territorial, sendo possível andar em linha reta por 1.290km sem sair de dentro dos limites estaduais. Esta sensação de terra do sem-fim é bem traduzida numa canção que diz: “The sun has riz / The sun has set /And here we is / In Texas yet.” É a pura verdade: o sol nasce, fica alto e se põe, e o viajante continua dentro do Texas.

Passamos pelo belo lago MeClellan, local de camping bastante utilizado durante os anos da Depressão e do Dust Bowl. Saindo dali, chegamos a Jericho. Embora a única atração seja um motel abandonado, vale a pena dar uma parada.

A região entre Jericho e Groom era conhecida por ter muita lama. Durante algum tempo, era difícil encontrar-se alguém que não tivesse uma história de atolamento nesta região. O nome Groom vem de um militar inglês chamado B. B. Groom, que estabeleceu um rancho ali em 1902.

Por volta de 1910, havia se tornado uma comunidade ativa de fazendeiros e rancheiros dedicados ao gado e ao trigo. Mas, sem sombra de dúvida, a maior atração do local é a Britten USA Water Tower. Não é nenhum primor do ponto de vista arquitetônico, mas também sugere-se que não teria sido construída com essa pretensão. Foi feita apenas com a intenção de ser vista pelos viajantes, pelo fato de ser inclinada. É uma espécie de Torre de Pizza em plena Route 66. É um daqueles exemplos em que o marketing de beira de estrada se revela na sua melhor forma.

Cidade na Route 66 do estado do Texas

Groom

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Amarillo é o centro de cowboys e gado

Um dos locais mais incríveis: Cadillac Ranch

Big Texan Steak Ranch, se comer o steak em 1h não paga

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Palo Duro Canyon: as belas formações rochosas destacam-se

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No Big Texan Steak Ranch se você comer o steak em 1h não paga nada

Na entrada da cidade de Amarillo, encontra-se o Big Texan Steak Ranch. Inicialmente ficava na Route 66 original, mas quando a Interstate 40 foi inaugurada, o dono, Bob Lee, mudou-se para lá. Em 1976, um incêndio no prédio fechou a estrada por duas horas. Lee, porém, não se abateu. Anexou um motel ao restaurante e até hoje faz sucesso na região.

O Big Texan tem todo o clima de um saloon e procura reproduzir um rancho das cidades texanas do tempo da colonização, dos cowboys e dos fora-da-lei. É possível, por um momento, sentir-se como num cenário de filme. No jantar, há dança e música típica para animar. No entanto, não resta dúvida sobre qual é a maior atração do local: um steak.

A promoção é um desafio: quem conseguir comer o steak todo em uma hora, não paga um centavo por ele. Parece uma ótima proposta, até se saber qual o tamanho da iguaria: 72 onças, que correspondem a dois quilos. É gigantesco e ocupa o prato inteiro, com o impressionante detalhe de que aquele “meio-boi” vem ainda acompanhado de várias delícias: coquetel de camarão, salada, batata cozida e roscas amanteigadas.

É uma missão heróica para pessoas com estômago normal. Um dos recordes locais pertence a um certo Klondike Bill, sustentado por seus 172kg, que comeu não só um, mas dois steaks em uma hora. Há também um morador da região que já conseguiu o feito por mais de vinte vezes. O maior de todos os recordes, porém, pertence a um jogador de beisebol do Cincinnati Reds, que devorou aquele dinossauro em exatos nove minutos e trinta segundos. Assim como um Diplodoco ou um Tiranossauro Rex, deve ter demorado uma semana para fazer a digestão.

Dito desse modo pode até parecer que não é tão difícil, mas garanto que uma família inteira pode comer aquele bifão e sair satisfeita. Não tentei, até porque quem não tiver fôlego para encarar toda aquela carne tem que pagar. Que aposta!

Os que conseguem comer o steak não são exatamente os caras grandes. Geralmente, os jovens altos, magros, com um apetite incurável, se dão melhor. Na maioria das vezes, são estudantes ou então caminhoneiros.

Cidade na Route 66 do estado do Texas

Amarillo

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Na Big Apple, nasceu o movimento gay!

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Qual a melhor maneira de transportar meu pet?

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Para quem não tem um roteiro definido, as opções são variadas

As barracas de rua oferecem ótima experiência cultural

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Planejar muito bem para aproveitar as oportunidades e viver experiências incríveis

Reserve pela internet a melhor opção para seu bolso

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Em viagem, adote a mesma precaução que adota em seu país

Tomar medidas de segurança residencial antes de viajar é crucial

Bem-vindo à Califórnia

Expanded Disneyland California Adventure Park features signs from Route 66 as a theme in Cars Land at the park in Anaheim, California June 5, 2012. The debut of Cars Land marks the completion of a five-year expansion at Disney California Adventure. Picture taken June 5. REUTERS/Alex Gallardo (UNITED STATES - Tags: ENTERTAINMENT TRAVEL) - RTR33LDR

A Califórnia é a terra onde nasceu a Disneylândia, e a indústria cinematográfica desenvolveu-se e ganhou força. Só estes dois fatos já seriam suficientes para fazer desta terra um dos lugares mais charmosos dos EUA. De fato, a Califórnia é a terra do sonho americano. Primeiro, representou o sonho de riqueza, da busca do ouro, de uma vida melhor, Cerca de 150 anos depois, transformou-se, ela mesma, numa fábrica de sonhos, onde é possível fazer os dinossauros reviverem, viajar para as galáxias mais distantes, ir ao centro da terra, andar numa nave dentro do corpo humano, mandar que o mar se abra para a passagem dos judeus, voltar ao passado e conhecer o futuro, onde, enfim, é possível voar, ter poderes mágicos e encontrar a felicidade. Uma terra onde tudo parece possível, o estado dourado, o Golden State.

Mas nem sempre cruzar a divisa do Arizona com a Califórnia foi uma aventura no bom sentido. No final da década de 1920 e início da de 1930, época da Grande Depressão, quando as tempestades de areia enterravam na miséria os habitantes do Oklahoma, do Texas e do Arizona, aproximar-se do Golden State causava ansiedade e terror. As divisas com a Califórnia foram todas fechadas com barricadas. Além disso, eram guardadas por homens fortemente armados, a maioria arregimentadas nos saloons de pior reputação ao longo da Route 66.

“Bem-vindo à Califórnia” foi uma placa que me tocou fundo. Estava na terra do “Luz! Câmera! Ação!”. Na terra do “Vire à esquerda no sinal vermelho”. Lugar interessante aquele. Último estado que percorreria na minha viagem ao longo de milhares de quilômetros. Eu estava prestes a descobrir por mim mesmo o ponto onde os espanhóis desembarcaram quando vieram expandir o seu Império no Novo Mundo.

Em 1540, Antonio de Mendoza, primeiro vice-rei da Nova Espanha (hoje o México), patrocinou um programa ambicioso de conquista e reconhecimento, que incluiu a expedição de Francisco Coronado para o atual Sudoeste dos EUA, a exploração do golfo da Califórnia por Hernando de Alarcón e a viagem ao longo da costa pelo navegador Juan Rodriguez Cabrillo. Este deixou a costa oeste do México em junho de 1542 e chegou em San Diego em setembro. Alguns meses mais tarde, o comandante morreu de um ferimento numa pequena ilha batizada de San Miguel, no arquipélago de Santa Bárbara.

A província da Califórnia não se envolveu diretamente na luta do México pela independência da Espanha, mas desde o inicio, em 1822, os californianos declararam-se aliados do México. Naquela época, era uma terra dedicada à criação de animais e com pouca agricultura. Este foi um período romântico da história daquele povo. Sob o comando do México, a província participou apenas de pequenas revoltas aqui e ali, a maioria sem derramamento de sangue. Elas tiveram pouco efeito sobre a vida tranquila dos californianos.

Quando a guerra acabou, o México cedeu o seu território para anexação dos EUA. Em 24 de janeiro de 1848, dez dias antes da assinatura do tratado de paz com o México, James Marshall descobriu ouro na região. Daí em diante, ocorreu um dos maiores movimentos migratórios conhecidos no mundo, a Corrida do Ouro. Por terra e por mar, os aventureiros chegavam aos milhares. Em 1852, a população local havia subido para 250 mil pioneiros.

Até aproximadamente 1870, o perfil do estado permaneceu inalterado. Mas, nessa época, uma seca rigorosa tornou a atividade pecuária pouco lucrativa. Com o fim do período de estiagem, a população partiu para uma agricultura mais diversificada. As estradas de ferro e o telégrafo chegaram, criando canais de comunicação permanentes com o resto do país. O desenvolvimento foi grande até a Depressão. Mas como a Califórnia tinha tradição democrata e apoiara o plano do presidente Franklin Roosevelt, o New Deal, isso serviu para aliviar as tensões criadas com a migração em massa de famílias vítimas do Dust Bowl. Depois da Segunda Guerra Mundial, a Califórnia começou uma nova era, transformando-se aos poucos num estado industrial. Enquanto o ar nas grandes cidades ficava praticamente irrespirável, o Golden State tornava-se o mais importante centro econômico do país.

Cidades na Route 66 no estado da Califórnia

NeedlesNewberry Springs | Barstow | Victorville | San Bernardino | Pasadena | Los Angeles | Santa Mônica

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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Como está atualmente o percurso da Route 66

Needles é a primeira cidade da Califórnia

Locação de filmagem de Bagdad Café

São mais de 100 filmes feitos na estrada

Em Barstow, na rua principal passa a Route 66

Rancho Cucamonga uma das atrações na 66

A origem do Mc Donald`s na estrada mãe

Em Los Angeles conheci no albergue duas pessoas muito especiais

O fim da mother road

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Seja flexível com datas e horários de passagens

Tome muito cuidado com seu dinheiro na viagem

Na Big Apple, nasceu o movimento gay!

Mostre ao mundo que você não é menos capaz

Miami é o paraíso das compras nos EUA e o destino dos brasileiros!

Qual a melhor maneira de transportar meu pet?

Viajar barato qualquer um pode aprender e eu sou a maior prova disso

É melhor ficar precavido ao hospedar-se num hotel

Você se desprende sem preocupações

Para quem não tem um roteiro definido, as opções são variadas

As barracas de rua oferecem ótima experiência cultural

Compre algumas coisas no supermercado e aproveite a luz do dia

Não faça compras desnecessárias

Planejar muito bem para aproveitar as oportunidades e viver experiências incríveis

Reserve pela internet a melhor opção para seu bolso

Utilize a tecnologia a seu favor na viagem

Em viagem, adote a mesma precaução que adota em seu país

Tomar medidas de segurança residencial antes de viajar é crucial

As estradas da Route 66 não foram feitas para carros comuns

Segui no rumo da Califórnia e saí 22 km a oeste para conhecer uma das grandes atrações do Arizona, Meteor City. Ali, há uma cratera gigantesca, que foi aberta por um meteorito de cem mil toneladas ao espatifar-se no chão a uma velocidade de 82.320 mil quilômetros por hora, 49 mil anos a.C. As dimensões são de meter medo. A cratera tem dois quilômetros de diâmetro por cinco de circunferência. É profunda o suficiente para “engolir” um prédio de sessenta andares e na sua base poderia abrigar pelo menos uma dezena de campos de futebol.

O lugar é de uma amplidão impressionante. Uma planície vasta e verde, com montanhas muito ao longe, torna aquele imenso buraco ainda mais impressionante. Os prospectos turísticos garantem que este é o mais bem preservado sítio onde houve um impacto de meteoro no mundo. As condições geológicas e o tamanho inacreditável da cratera estimularam a Nasa, agência espacial americana, a montar ali um centro de treinamento para astronautas do projeto Apollo. O solo reproduz de maneira muito próxima o solo da Lua.

Como não poderia deixar de ser, há no local um Astronauts Hall of Fame, com exposições a respeito de outra conquista americana, a do espaço. Inclui desde informações sobre os primeiros foguetes até uma cápsula em exposição da Apolo 1, e diversas fotos e outros materiais a respeito da Challenger, o ônibus espacial. Challenger, aliás, é um nome muito apropriado para esta empreitada, pois em inglês refere-se a “desafio”, coisa de que o povo americano realmente gosta. E eu percebi, então, que também estava cumprindo o meu próprio challenge: 66 dias na Route 66. A cratera serviu de cenário para o filme Starman (1983), com Jeff Bridges e Karen Allen, que contava a história de um homem que veio do espaço.

Um pouco adiante, chega-se a Two Guns, a terra do Diablo Canyon, um alinhamento da Route 66 tão velho que fica difícil acreditar que exista uma estrada ali. O canyon tem muitos metros de largura e pelo menos trezentos metros de profundidade. Os pioneiros deixaram vários registros do quanto era difícil atravessar essa região.

A poucos quilômetros do Diablo Canyon, foi descoberto um sítio arqueológico, onde foram encontrados tesouros inestimáveis, como potes e vasos identificados como sendo de tribos indígenas que habitaram o local entre 1050 e 1300 d.C. Estas civilizações foram atraídas pelos solos férteis do platô, resultado da desintegração de terrenos vulcânicos de lavas e cinzas cuspidas das San Francisco Mountains, a oeste.

Two Guns recebeu este nome por causa de Two-Gun Miller, que, enaltecendo a sua condição de apache, matou um vizinho durante uma disputa por terras. Os amigos do morto escolheram como epitáfio a frase “morto pelo índio Miller”. Ele, obviamente, não gostou. A cidade é a última oportunidade para se encontrar postos de gasolina no estilo dos que eram construídos nos anos 20. Durante muito tempo, foi considerado o pior lugarejo do caminho, embora tenha sido construído especificamente para atender à demanda dos turistas, que queriam conhecer o canyon.

Apesar disso, as estradas não foram feitas para carros comuns. É uma aventura passar por elas. Resolvi, finalmente, explorar a região ao redor, mas fiquei um pouco arrependido. As pontes que davam acesso às pequenas cavernas rangiam demais quando se passava por elas. Foi, para mim, um desafio vencer o medo. Por causa das dificuldades locais, é comum ver na estrada placas alertando os viajantes para, por exemplo, “deserto à frente”, “última chance para gasolina”, “sem água” ou “cascavéis por aqui”.

Cidades na Route 66 no estado do Arizona

Holbrook | Winslow | Flagstaff | Williams | Seligman | Kingman | Oatman

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Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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A Route 66 é a melhor maneira de conhecer os EUA

Em Los Angeles conheci no albergue duas pessoas muito especiais

O fim da mother road

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

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O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

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Route 66- Planejamento Estratégico

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Na Big Apple, nasceu o movimento gay!

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Qual a melhor maneira de transportar meu pet?

Viajar barato qualquer um pode aprender e eu sou a maior prova disso

É melhor ficar precavido ao hospedar-se num hotel

Você se desprende sem preocupações

Para quem não tem um roteiro definido, as opções são variadas

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Na Route 66 surgiu o camping, drive-thru e postos de gasolina

Os postos de gasolina como nós os conhecemos hoje, também foram um negócio de pioneiros quando a Route 66 surgiu. Antes, a gasolina era vendida em lojas, como qualquer outro artigo.

A ideia evoluiu de acordo com o nascimento das estradas, porque as pessoas começaram a ir mais longe. Além de vender gasolina, os postos se transformaram em centros de serviço para os rodoturistas. No mesmo local onde se podia conseguir combustível, havia mecânicos, borracheiros e profissionais para fazer outros pequenos reparos. Esta concepção foi exportada para o mundo inteiro. Pode-se dizer que foi uma das mais importantes invenções da Route 66.

Não era muita gente que viajava no começo dos anos vinte. As ruas não eram boas, os motores dos carros aqueciam com facilidade, os pneus eram pouco resistentes e as rodovias não eram demarcadas e muito menos sinalizadas.

A falta de hábito de viajar era causada pelas dificuldades. Mas foi graças a esses primeiros turistas que se pensou em desenvolver um sistema federal de rodovias. foi a mother road que ajudou este ramo a se desenvolver.

Apesar do primeiro posto de gasolina ter sido montado antes de 1910, só depois da Route 66 ser estabelecida que a idéia de vender gasolina e óleo separadamente desenvolveu-se.

No começo da Route 66, desenvolveu-se rapidamente no Missouri um tipo de negócio: os acampamentos. A geografia da região facilitava aos pequenos empreendedores construir cabanas ou motéis de madeira com um custo bem baixo. Isso atraiu muitas pessoas.

A evolução foi exatamente esta: começou com o viajante parando na estrada e montando o seu próprio acampamento por uma noite; depois, surgiram os campings públicos e os privados, que se transformaram posteriormente nos bangalôs para turistas e, após a Segunda Guerra Mundial, nos motéis modernos. Todos estes comércios desenvolveram-se ao longo da Route 66 e muitos estabelecimentos viveram em função deles.

No setor gastronômico, a Route 66 também foi pioneira. A loja de Sheldon Chaney (o Red) e Julia, sua esposa, inaugurada em 1947, tornou-se a primeira do mundo a servir hambúrgueres no sistema drive-thru, com a cozinha exposta para o consumidor, hábito corriqueiro nas atuais cadeias de fast-food. Chamava-se Red’s Giant Hamburg.

A grafia hamburg para a palavra hamburger, em inglês, não foi ideológica, mas acidental. O proprietário calculou mal o tamanho da placa sendo obrigado a deixar de lado a sílaba final “er”. Esse detalhe pitoresco pouco importava aos fiéis consumidores. Até 1980, quando fechou as portas, Red tinha larga clientela, que não se afastou de lá nem mesmo quando a Route 66 foi desativada oficialmente.

Estados que fazem parte da Route 66
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Amarillo é o centro de cowboys e gado

Amarillo é o termo em espanhol para amarelo. A cidade foi fundada em 1887 por Henru Sanborn, perto do lago Amarillo, que tem esse nome devido à cor amarelada das suas margens e às muitas flores desta cor que cresciam nas redondezas. Sanborn havia denominado o local originalmente de Oneida, mas mudou-o quando concorreu às eleições legislativas estaduais. Inicialmente, existiam ali muitos búfalos, que ocupavam a região conhecida como Panhandle, o cabo da panela. Região vasta e hostil, habitada por índios, era tida como inabitável e inútil pelos pioneiros brancos.

No entanto, com a descoberta da eficácia do uso dos ossos de búfalo como fertilizante, criou-se um negócio lucrativo, que começou a atrair personagens ricos e famosos. A cidade transformou-se rapidamente num centro de cowboys e o gado tornou-se a principal atividade. Não é à toa que o Texas é tido como a capital mundial dos rodeios e a terra de origem deste homem chamado cowboy.

Amarillo foi um grande entreposto comercial de gado, produtos agrícolas, petróleo e gás, transformando-se na mais importante localidade da região. No seu subsolo, está uma das maiores reservas do gás hélio do mundo. Foi precisa mente lá, ainda, que o arame farpado foi inventado e patenteado por J. F. Gilden, conforme pude constatar no museu em McLean. Ele e Sanborn foram os primeiros a utilizar o novo produto para cercar seu rancho, impedindo assim que o gado se dispersasse durante o inverno.

Hoje, Amarillo tem mais de 157 mil habitantes, e para quem gosta de história, tem muito a oferecer. O American Quarter Horse Heritage Center é um bom programa e a melhor justificativa para a sua existência está sintetizada nas palavras de um certo John Trotwood Moore: “Não importa onde os homens deixaram suas pegadas no longo caminho entre o barbarismo e a civilização; sempre vamos encontrar as marcas das ferraduras dos cavalos ao lado.”

O quarter horse, conhecido como “quarto de milha”, era a raça de cavalo preferida para montaria pelos cowboys. Filmes, interativos, exposições e tudo o que possa se referir à história destes animais e a sua utilidade para o progresso da região estão nesse museu. Uma das coisas que me pareceu mais interessante ali foi a reprodução daqueles portões de largada, onde cavalos e jóqueis aguardam o início das corridas. É possível sentar no lombo de um cavalo de brinquedo e conferir o ponto de vista.

Os dois elementos mais presentes na vida do rancheiro do Velho Oeste eram o cavalo e o gado. Assim, ainda hoje um dos eventos mais famosos de Amarillo é o leilão agropecuário, o maior de todo o Texas, que chega a vender acima de trezentas mil cabeças de gado por ano. É realizado numa praça pública e vale a pena acompanhá-lo. Resolvi, prosseguindo em minhas descobertas, ir até o bairro de San Jacinto, que surgiu como um subúrbio ao qual se chegava de bonde. Com o advento do automóvel, um centro comercial cresceu à beira da Route 66, ou 6th Street, como é ali chamada. Os prédios ao redor colecionam uma série de pequenas lembranças a respeito da estrada.

Embora esteja rodeada pela moderna Amarillo essa área da cidade conserva o charme dos lugarejos ao longo da velha rodovia São apenas dez quarteirões, mas que me levaram ao passado. Não resisti e tomei um ice cream soda, e comi um hambúrguer numa aconchegante delicatessen. A cidade teve também uma piscina pública, the Amarillo Natatorium, em forma de cavalo, mas a tentativa de reproduzir a tradição dos banhos romanos não foi bem-sucedida.

O “Nat”, como é chamado pelos locais, reabriu em 1926, mesmo ano em que a Route 66 nasceu, mas então transformado num concorrido salão de bailes. Por ele passaram todas as melhores bandas dos anos 30 e 40, Paul Whiteman, Count Basie, Louis Armstrong, Bennie Goodman e Harry James. Na década de 1950, a Route 66 teve seu traçado alterado. Saiu da 6th Street e foi para o Amarillo Boulevard. Ali encontram-se os melhores locais para hospedagem, com motéis bons e de preço razoável.

Cidade na Route 66 do estado do Texas

Amarillo

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Um dos locais mais incríveis: Cadillac Ranch

Big Texan Steak Ranch, se comer o steak em 1h não paga

McLean uma cidade pacata e simpática

Palo Duro Canyon: as belas formações rochosas destacam-se

No Texas, há 299 km da Route (66, 91%) ainda em uso

Sorte sua que Shamrock existe

Curiosidades: arame farpado e “gringos”

Britten USA Water Tower a Torre de Pizza em plena Route 66

Numa Harley-Davidsons a liberdade me tocava a cada metro

Em Glenrio, a população mais numerosa é a de cachorros

Glenrio fica na divisa entre o Texas é o Novo

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Albuquerque é a cidade mais agitada do Novo México

De Santa Fé, peguei carona e acabei em Albuquerque, a cidade maior e mais agitada do Novo México, com seus quase trezentos mil habitantes. Foi fundada em 1706, pelo espanhol dom Francisco Cuervo y Valdez, na Chihuahua Trail, extensão da Santa Fe Trail, no sentido do México. Pode ser considerada a síntese da diversidade do estado. É, ao mesmo tempo, antiga e contemporânea, uma mescla da natureza com o concreto das construções, uma “fronteira” entre o mundo do Velho Oeste e uma cidade cosmopolita. Misturam-se ali, como num grande liquidificador, culturas, culinárias, pessoas, estilos, histórias muito diversas.

Embora os EUA tenham proclamado a posse sobre essa terra, somente depois da Guerra de Secessão os americanos tiveram interesse direto em dominá-la. Foi a chegada da estrada de ferro na década de 1880 que mudou o perfil local, com a vinda de muitos saxões. Desde a sua fundação até a década de 1940, Albuquerque cresceu lentamente. Mas as pesquisas nucleares trouxeram finalmente o desenvolvimento econômico.

De 1940 para cá, a população cresceu dez vezes em relação aos primeiros 234 anos. A cidade expandiu-se às margens do rio Grande, antigamente chamado de rio Bravo del Norte, e entre as Sandia Mountains das reservas indígenas e a Kirtland Air Force Base. Seu primeiro nome, San Francisco de Alburquerque, era uma dupla homenagem: ao padroeiro do povoado, São Francisco Xavier, e ao duque de Alburquerque (é isso mesmo: Alburquerque, com um r a mais), vice-rei da Espanha na época.

Como a homenagem não havia sido comunicada, como de praxe, ao soberano espanhol de então, o rei Felipe V, e para evitar quaisquer constrangimentos, o vice-rei mandou rebatizar o lugar de San Felipe de Alburquerque, que passou a ser popularmente chamada de Duke City, a cidade do duque. Com o tempo, por alguma razão misteriosa, o r excedente do sobrenome ilustre desapareceu, talvez por alguma conspiração divina a favor da boa sonoridade. Já era Albuquerque quando a Santa Fe Trail alcançou a cidade em 1881.

Em Albuquerque, a Route 66 é a Central Avenue, que nos leva de volta aos anos dourados da estrada. O primeiro ponto é o 66 Diner, um prédio branco, com janelas generosas. Embora tenha sido inaugurado no final da década de 1980, o restaurante reproduz a decoração dos muitos 66 Diners originais que existem ao longo da Route. As paredes estão cobertas de fotografias e tecidos pintados com motivos inspirados nos principais marcos da Route 66. As juke boxes, é claro, só tocam músicas da época. Na hora do almoço, é grande o movimento de executivos, de estudantes da Universidade do Novo México, que fica logo ao lado, e de turistas ávidos por um bolo de carne ou um bife de fígado acebolado.

Tanta nostalgia é perfeitamente compreensível num negócio entravado na rua pela qual passa a legendária estrada e muito próximo da Associação da Route 66 no Novo México. O objetivo é preservar a memória da rodovia que deixou de ser federal, mas nunca abandonou aqueles que nela acreditaram. Nas imediações do 66 Diner, fica ainda um autêntico posto Phillips 66, em operação desde os anos 40. Na mesma avenida, perto da Old Town Placa e a uma pequena distância da ponte sobre o rio Grande, fica o El Vado Motel, fundado em 1937 e construído por Dan Murphy. Dizem que este é o motel mais característico da Route 66 na cidade. O neon que indica o seu nome tem a cabeça de um índio rodeada por um frondoso cocar.

Do outro lado da rua, fica o Casa Grande Restaurant, antes parte de um complexo de serviços da Route 66 que incluía um hotel, um bar e um posto de gasolina. O café da manhã é servido sem horário delimitado e faz a alegria dos clientes habituais, que se deliciam com os “ovos rancheiros”, os omeletes de chili, os ovos com lingüiça polonesa, os waffles e as panquecas com cobertura de maple (borde).

Outras opções para hospedagem, ou simplesmente para uma visita à história deste tipo de negócio nascido na Route 66, são os motéis Loma Verde, La Mesa, Rose Villa, La Puerta, Tewa Lodge, Lazy H, El Cid, Trade Winds, Zia, Anza Motel, Royal Motor Inn, Aztec Motel e o Route 66 Hostel. A Central Avenue oferece, ainda, uma coleção de prédios no estilo art déco com alguma influência dos pueblos, como o próprio Aztec Motel, o Lobo Theater, e os edifícios Sunshine e Rosenwald. Mas, impressionado mesmo eu fiquei ao ser apresentado à mais antiga e melhor restauração da cidade, o KiMo Theater, originalmente construído pelos Boller Brothers, um grupo de projetistas de teatros famoso no Sudoeste. O estilo é conhecido no local como hi-ho rococo, por sua ligeira inspiração no correspondente francês, que foi imortalizado em milhares de igrejas ao redor do mundo. O KiMo funciona como uma espécie de janela para o espírito da época em que a Route 66 dominava o cenário, desde Chicago até Los Angeles.

Albuquerque desempenhou um papel importante na mudança do traçado da estrada mãe no Novo México, nos anos 30. O trajeto original, que eu percorri, levava até Santa Fé. Mas, desde que começou a ser construída, a cidade esperava que ela seguisse numa linha “mais reta”. Por influência do governador Clyde Tingley, amigo pessoal do presidente Franklin Delano Roosevelt, o Novo México conseguiu financiamento para diversas obras dentro de um programa do governo federal conhecido historicamente como New Deal, ou Novo Pacto, implantado por Roosevelt entre 1933 e 1939. O objetivo era recuperar e reformar os entraves econômicos criados pela Depressão dos anos 30. Ao aceitar a nomeação para a candidatura em 1932, pelo Partido Democrata, Roosevelt disse: “Eu peço a vocês, e a mim mesmo, um novo pacto social para o povo americano.”

Desse modo, o New Deal foi a maior ação intervencionista federal na economia para estimular o crescimento industrial, amparar as vítimas da Depressão, garantir um padrão de vida mínimo e evitar crises econômicas de igual porte no futuro. Na primeira fase, visava basicamente o auxílio aos desesperados e pauperizados pela Depressão. A partir de 1935, no período comumente chamado de novo New Deal, foi dada ênfase às reformas, sobretudo a um plano de obras com amparo federal com o objetivo de criar empregos. Uma destas obras foi a mudança do trajeto da Route 66, através da extensão Santa Rosa—Albuquerque.

Cidade na Route 66 no estado do Novo México

Albuquerque

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Albuquerque

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O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Seja flexível com datas e horários de passagens

Tome muito cuidado com seu dinheiro na viagem

Na Big Apple, nasceu o movimento gay!

Mostre ao mundo que você não é menos capaz

Miami é o paraíso das compras nos EUA e o destino dos brasileiros!

Qual a melhor maneira de transportar meu pet?

Viajar barato qualquer um pode aprender e eu sou a maior prova disso

É melhor ficar precavido ao hospedar-se num hotel

Você se desprende sem preocupações

Para quem não tem um roteiro definido, as opções são variadas

As barracas de rua oferecem ótima experiência cultural

Compre algumas coisas no supermercado e aproveite a luz do dia

Não faça compras desnecessárias

Planejar muito bem para aproveitar as oportunidades e viver experiências incríveis

Reserve pela internet a melhor opção para seu bolso

Utilize a tecnologia a seu favor na viagem

Em viagem, adote a mesma precaução que adota em seu país

Tomar medidas de segurança residencial antes de viajar é crucial

A Route 66 representou o nascimento dos postos de gasolina

Seguindo num mapa o traçado da Route na cidade, acabei topando com o que, segundo me informaram, havia sido um posto de serviço bastante estável. Ao chegar a uma casa simples, encontrei um homem trôpego, a quem pedi uma informação sobre o tal posto. Qual não foi minha surpresa quando ele, sentado numa cadeira de balanço, olhou-me fundo e deu-me de presente um dos momentos mais incríveis da viagem.

Por puro acaso, estava diante de Michael Burns, um octogenário dono de posto de gasolina na capital de Illinois. Ele era um garoto quando o pai começou no oficio de borracheiro e “varejista” de gasolina e óleo. Depois de perguntar por que eu usava aquela camisa com o emblema da Route 66, começou a contar um pouco sobre a sua relação com a estrada.

— Não era muita gente que viajava no começo dos anos vinte. As ruas não eram boas, os motores dos carros aqueciam com facilidade, os pneus eram pouco resistentes e as rodovias não eram demarcadas. Muitos paravam no meu posto para perguntar se estavam em Kansas ou em Nova York.

Naquela época, segundo ele, a falta de hábito de viajar era causada pelas dificuldades. Mas foi graças a esses primeiros turistas que se pensou em desenvolver um sistema federal de rodovias.

— Uma vez apareceram aqui dois rapazes que me perguntaram se estavam em Springfield. Respondi que sim e eles pediram que eu colocasse combustível. Quando lhes apresentei a conta, de cinquenta litros de gasolina e mais dois de óleo, eles ficaram surpresos. “Meu Deus”, disseram, “nós saímos de casa para conhecer um lugar que fica somente a setenta e cinco quilômetros de Springfield.” Na verdade, eles haviam errado o caminho e em vez de ir para Springfield, no Missouri, vieram parar aqui em Illinois. Era assim naquele tempo.

O senhor Burns disse isso com uma ponta de sorriso nos lábios e acendeu um cigarro, lembrando dos tempos pioneiros em que não havia pavimentação na estrada, o que permitia a ele e ao pai viverem de consertar as centenas de pneus que estouravam a todo momento. As primeiras estradas eram terríveis, dizia ele, fazendo um movimento ondulatório com a mão. Conversamos algum tempo a respeito de como a estrada recebeu os engenheiros e o solo mais liso. Ele falou um pouco sobre cada uma das épocas ao longo dos mais de cinquenta anos em que estava naquele negócio bastante lucrativo. Disse-me, orgulhoso:

— A Route 66 representou o nascimento dos postos de gasolina.

Vim a descobrir depois que a afirmação era um pouco exagerada, mas, de fato, foi a mother road que ajudou este ramo a se desenvolver. Apesar do primeiro posto de gasolina ter sido montado antes de 1910, foi só depois que a Route 66 foi estabelecida que a ideia de vender gasolina e óleo separadamente desenvolveu-se.

Cidade na Route 66 no estado de Illinois

Springfield(IL)

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

A cidade de Lincoln em Illinois

Um caminhoneiro com história para contar da estrada

Uma carona na caminhonete de Stanley

O início de minha viagem pela mother road

Como está atualmente o percurso da Route 66

Meu contato de primeiro grau com a histórica 66

Em Los Angeles conheci no albergue duas pessoas muito especiais

O fim da mother road

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

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Em viagem, adote a mesma precaução que adota em seu país

Tomar medidas de segurança residencial antes de viajar é crucial

A Route 66 está mais viva do que nunca

Passei, então, por Bellemont e cheguei a Williams. A cidade foi fundada em 1880 e tem 2.500 a antes. Divide seu nome com as Bill Williams Mountains, assim chamadas em homenagem ao primeiro americano branco a explorar a região, em 1830. Bili nasceu em 1787, na Carolina do Norte, e viveu entre os índios osage e ute. Em 1826, esteve pela primeira vez no local onde seria erguida a cidade. Teria também passado ali o inverno de 1832 para 1833. Em 1849, sofreu uma emboscada mortal pelos índios. Em 1954, um grupo de moradores criou a Bill Williams Montain Men Organization, para “perpetuar a memória e o romance do homem da montanha”. Hoje, na cidade, a Route 66 corresponde à Bill Williams Avenue.

A localidade distingue-se por ter sido a última da antiga estrada a ser cortada pela Interstate 40, em 13 de outubro de 1984, quase duas décadas depois do início da construção das novas rodovias, que substituíram a velha 66 no trecho entre Chicago e Santa Mônica quando passaram por ali. A festa de inauguração atraiu a imprensa e políticos de todo o país. Bobby Troup cantou sua música, políticos fizeram discursos. Muitos queriam que o tempo fosse congelado. Mas não foi. Um “devoto” da Route 66 lembrou aos repórteres que a estrada não acabaria em virtude de o departamento competente haver resolvido desativá-la. “A Route 66 é feito Elvis Presley. Nunca morre”, disse. Finalmente, o cinema não poderia faltar. Nos arredores de Williams, foram rodadas várias cenas de Midnight run (1988), estrelado por Robert De Niro.

Minha próxima parada foi Seligman, fundada em 1886 e que tem novecentos habitantes. Nasceu como uma comunidade à beira da estrada de ferro, mas transformou-se depois num bastião para a Route 66, graças aos esforços do barbeiro Angel Delgadillo, de sua família e de seus amigos.

O nome da cidade deve-se à família Seligman, mais especificamente a Jesse Seligman, constituída por banqueiros de Nova York ligados à companhia ferroviária. De Seligman a Kingman, fica o fim de um trecho da velha 66. São 250 km ininterruptos da Route 66, que estão entre os mais preservados de todo o trajeto. Depois, ela segue para Oatman e Topock. Ao lado da barbearia de Angel Delgadillo, fica o Snow Cap, que serve bons hambúrgueres, sob a supervisão do irmão dele, Juan, um cara bastante irônico. No cardápio, existem pérolas como o “hambúrguer sem presunto” e o “cheeseburger com queijo”. Desde a placa de entrada, Juan destila seu veneno: “Desculpe, estamos funcionando.”

Natural da cidade, Delgadillo nasceu antes mesmo da Route 66 ser oficialmente designada. Era do tempo de uma estrada ainda mais estreita, muito suja. Os pais vieram do México. Seu pai trabalhava para a Companhia Ferroviária de Santa Fé, mas em 1922 houve uma greve e ele foi afastado. Resolveu abrir uma barbearia no pedaço que ainda hoje é conhecido como Route 66. Durante a Depressão, os negócios iam muito mal e a família Delgadillo esteve prestes a se juntar ao pessoal das vinhas da ira, como ficaram conhecidos os migrantes durante aquele período. Naquela época, Angel era um garoto e ficou assustado com o que estava para acontecer. Colocar o pé na estrada com todos os pertences era uma rotina naquele tempo. No entanto, seus irmãos conseguiram emprego como músicos.

Tocavam para cima e para baixo na Route 66, e as coisas começaram a melhorar para eles. A diversão, naquela época, era “caçar” as sombras de automóveis e caminhões que passavam pela 66. Ela fazia parte da infância de Angel Delgadillo. Para ele, a velha estrada continua viva, porque os mais jovens procuram aventura, o que fica difícil numa estrada de alta velocidade onde a paisagem é pouco diversificada. “A Route 66 está mais viva do que nunca”, acredita aquele que a viu nascer, ter seu auge e ser desativada. Do seu coração, ela não sairá jamais. Como também não sairá do coração daqueles que têm a sorte de serem apresentados à sua história, confirmada na tradição de tantas cidades às suas margens, em locais que, de diversas maneiras, exemplificam o merecido culto à estrada mãe, como o Historic Route 66 Motel e a Historic Route 66 General Store, e o Copper Cart Restaurant, em Seligman.

Cidades na Route 66 no estado do Arizona

Williams | Seligman | Kingman | Oatman

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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A Route 66 é a melhor maneira de conhecer os EUA

O Arizona oferece os cenários mais estonteantes dos EUA

As estradas não foram feitas para carros comuns

O viajante deve percorrer suas ruas até o Wigwan Village

Se não conhecer o Jackrabbit, não esteve no Sudoeste

Flagstaff é a porta de entrada para o Grand Canyon

Museum Club é considerado ponto de encontro na Route 66

O maior medo que enfrentei num viagem

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A Route 66 é a melhor maneira de conhecer os EUA

Peach Springs foi um ponto de passagem a caminho de Truxton, onde fui visitar o Frontier Cafe, com comida de padrão acima da média, café gostoso e histórias engraçadas. Truxton é uma comunidade fundada em 1857 pelo tenente Edward Beale, que ali chegou com uma caravana de camelos. Truxton era o sobrenome de sua mãe e de seu avô. Mas, como cidade, é relativamente nova, pois só atingiu esse status em 1951.

A próxima localidade, Kingman, nasceu em 1883, para homenagear Lewis Kingman, engenheiro da Companhia Ferroviária de Santa Fé. Ali, a Route 66 aparece com o nome de Andy Devine Boulevard, em referência a um astro dos filmes de cowboy, famoso nas décadas de 1940 e 1950. O pai de Andy dirigia o Beale Hotel, onde ficaram hospedados grandes artistas e personalidades, como Greta Garbo, e Charles e Anne Moreau Lindenbergh, que estiveram na cidade para inaugurar o novo serviço de correio postal.

Fui visitar o Mr. D’s Route 66 Diner, um bar em que desde as garçonetes até o menu, é todo dedicado à Route 66. Não se pode deixar de provar o saboroso milk shake, além do delicioso cheeseburger do lugar, que, assim como o de Juan Delgadillo, de Seligman, tem bastante queijo. Muito próximo do bar, fica a sede da Associação da Route 66 no Arizona. Lá, conheci Shirley Bellmore, uma morena de cabelos encaracolados e que usa óculos.

— As pessoas mudam, os EUA mudaram muito dos anos 40 para cá. Mas a Route 66 tem um jeito próprio, um estilo, é a maneira de conhecer os EUA. Atravessar o pais pelas highways é seguro, mas não permite que se veja nada. A verdadeira América está nas exits, como a Route 66 — disse ela.

Falou-me também de uma tradicional corrida de carros que vai de Seligman a Kingman, um percurso de 180 km, a serem vencidos em três dias. Da última corrida, haviam participado 650 carros, dos mais variados. O espírito não é chegar primeiro, mas parar em todos os pontos de interesse da Route 66. É o contato com os bares, os cafés, os hotéis, enfim, com a filosofia existencial das pessoas que moram na estrada e vivem dela.

Finalmente, segui para Topock, último ponto da escala antes de cruzar a divisa com o estado da Califórnia. Na linguagem indígena, o nome da cidade significa “cruzar a água”. Dei uma agradável volta pelo lago Havasu e depois visitei o Five Star Enterprises, de Ron Bohnstedt, um colecionador feroz que junta quase tudo que leve um 66 como marca.

Se o Arizona é um dos cenários preferidos para locações cinematográficas, a Califórnia é o cinema. O Oeste eu conhecera realmente. Vivi momentos de indiscutível beleza, surpresa e encantamento em meio a pedras, montanhas, desertos, índios, cowboys e mulas. Agora, a etapa final de minha aventura aproximava-se. Agora, o destino era o mar, o pier de Santa Mônica, os surfistas, os skatistas e as garotas de praia.

 

Cidades na Route 66 no estado do Arizona

Seligman | Kingman

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Tome muito cuidado com seu dinheiro na viagem

Na Big Apple, nasceu o movimento gay!

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Tomar medidas de segurança residencial antes de viajar é crucial

Um dos maiores McDonald’s está na Route 66

San Bernardino nos arredores da cidade, perto das montanhas de San Gabriel, os vales são utilizados para esta cultura. O ar tem cheiro de flor de laranjeira. É, ao mesmo tempo, suave e penetrante. Além das laranjas, está intimamente ligada a um dos ícones mais festejados da culinária americana: o hambúrguer.

Ainda nos anos 30, um dos apelidos de Los Angeles era o de “capital nacional do restaurante-coma-dentro-do-seu-carro”. Assim, para investir nesse negócio, em 1939, dois homens naturais da Nova Inglaterra mudaram-se para San Bernardino. Seus nomes: Richard e Maurice McDonald.

Ali, eles cortaram as fitas de inauguração de um drive-in burger que viria a revolucionar a indústria de alimentos. Sua loja rapidamente transformou-se em parada obrigatória para as famílias de turistas e para os adolescentes. Mas, os irmãos McDonald não estavam satisfeitos com a lentidão do serviço, sempre que havia clientes demais na fila esperando para serem servidos.

Já naquela época, eles vinham estudando com cuidado a tendência de restaurantes self service em postos de gasolina, mercadinhos e outros negócios de menor porte. Em 1948, os rapazes concluíram que o negócio estava pronto para dar outro passo.

Neste ano, reduziram o cardápio ao mínimo, suspenderam o sistema de atendimento em carros e fizeram da loja um modelo que seria seguido pelos fast foods ao longo dos cinqüenta anos seguintes. No começo da década de 1950, quando surgiram outras cadeias semelhantes, como a Howard Johnson e a A&W, os McDonalds expandiram sua atividade pela Califórnia e Arizona.

Já vendiam mais de um milhão de hambúrgueres a 15 centavos e mais de 160 toneladas de batata frita a 10 centavos. O segredo era a operação padronizada que oferecia serviço instantâneo, com funcionários como que saídos de uma linha de montagem de uma fábrica qualquer. Resultado: as pessoas corriam para as lojas do McDonald’s como formigas a um piquenique.

Em 1954, Ray Kroc convenceu os irmãos a fazerem franquia do negócio. O primeiro McDonald’s nesse esquema foi aberto exatamente no outro extremo da Route 66, em Des Plaines, Illinois.

Ao percorrer a Route 66, quando estiver no estado de Oklahoma não esqueça de visitar uma atração imperdível que fica na saída de Vinita, à beira da estrada encontra-se um dos maiores Mc Donald’s do mundo, pelo menos em espaço físico. Este cruza a Interstate 44 em forma de um grande hangar, com acesso nos dois sentidos da autopista. Anteriormente era conhecido como Glass House Restaurant. O local foi erguido em 1957 e tem a maior área, 2706 metros quadrados! Em 2013, a Glass House recebeu uma renovação. Na sua reabertura em 22 de dezembro de 2014, foi renomeada como “Will Rogers Archway”.

Cidade na Route 66 no estado de Oklahoma
Vinita

 

Estados que fazem parte da Route 66
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Bem-vindo à Califórnia

Locação de filmagem de Bagdad Café

São mais de 100 filmes feitos na estrada

Em Barstow, na rua principal passa a Route 66

Rancho Cucamonga uma das atrações na 66

A origem do Mc Donald`s na estrada mãe

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O fim da mother road

 

 

10 Atrações imperdíveis na Route 66

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A McKinley Bridge está em operação a pelo menos oitenta anos

Ainda no estado de Illinois, procurávamos a McKinley Bridge, quando Stanley fez uma careta e pediu-me que fechasse a janela. Pensei que fosse por causa do vento.

— Estamos em Venice.

Existem vários lugarejos nos EUA em homenagem à famosa cidade italiana de Veneza, mas aquele ali na periferia de Saint Louis decididamente não era o lugar ideal para se morar ou ficar sem gasolina e pedir informações, sobretudo à noite. A McKinley Bridge está em operação há pelo menos oitenta anos. O piso não está em boa forma e a trepidação causa a desagradável sensação de que em breve se estará no fundo do Mississipi. Se ela estava para ruir, não sabíamos, mas pelo menos chegamos sãos e salvos do outro lado, já no estado de Missouri.

Se fosse necessário resumir o espírito deste estado em uma palavra eu diria “diversidade”. Tanto a paisagem, como os habitantes, a economia e suas atrações são bastante variadas. Não faz parte nem do Norte, nem do Sul, nem do Leste, nem do Oeste. É um pouco de cada. Riachos e rios largos, pradarias e montanhas, grandes centros urbanos e lugarejos pequenos, produção de milho e de aviões convivem em harmonia. É possível encontrar ali desde cientistas nucleares até pessoas simples que moram nas montanhas.

Quando os primeiros exploradores franceses chegaram àquela terra, descendo o rio Mississipi, o Missouri passou a fazer parte da Lousiana. Em 1770, a região tornou-se domínio espanhol, mas pouca coisa mudou por isso. Os nomes e as tradições francesas permaneceram, especialmente abaixo de Saint Louis, uma das maiores cidades ao longo da Route 66. Em 1803, o Missouri foi comprado pelos EUA e seu importante canal fluvial transformou-se numa espécie de porta de entrada para o Oeste. Durante toda a fase de conquista daquela porção do país, o estado e a sua localidade mais importante mantiveram função estratégica.

Pude confirmar depois a fama dos missourians: a imagem mais popular é a de uma pessoa sempre com as mãos nos bolsos, capaz de esperar uma hora até você contar seu caso, pedir uma informação ou propor um negócio. No final da conversa, ela sabe quase tudo o que precisa a seu respeito, enquanto você sabe pouco mais do que sabia uma hora antes.

Alguns conferem esta fama à formação da população, originada por pessoas que trabalharam em minas, fazendas ou nas montanhas, e que tiveram de enfrentar os contrabandistas, os ianques, as guerrilhas e o clima temperamental. Os maldosos dizem que os nativos passam tempo demais falando com mulas, o que pode ensinar muito em matéria de paciência, mas bem pouco em termos de conversas agradáveis. Isso não quer dizer absolutamente que o povo local seja mal-humorado.

Poucos estados teriam, como o Missouri, coragem de admitir com bom humor que são produtores de utensílios para a colheita de milho e, ao mesmo tempo, preocupam-se com as indústrias náutica e aeronáutica. Na época da interminável discussão entre nortistas e sulistas a respeito da abolição da escravatura, os missourians, saturados, decidiram declarar o reino independente de Callaway. Outro exemplo delicioso é o que envolve a escolha de um slogan de propaganda para o estado. Segundo Stanley, depois de muito procurarem, os técnicos do Departamento de Turismo renderam-se e adotaram o lema: “Venha para o Missouri. Não existe um estado verdadeiramente igual a este.” Quando passei por ali, descobri ser essa a mais pura verdade.

Cidade na Route 66 no estado do Missouri

Saint Louis

Estados que fazem parte da Route 66
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Como está atualmente o percurso da Route 66

Uma carona na caminhonete de Stanley

 

O Mississipi é um irmão gêmeo da Route 66

Meramec Caverns “o tesouro enterrado do Missouri”

O Wagon Wheel Motel reproduz o estilo americano da época

A diversidade natural do Missouri

 

Nostalgia Gift Shop uma loja de quinquilharias referentes à Route

Nos Ozarks tem-se a impressão parece uma montanha-russa

Camp Joy ajudou muitos viajantes pela estrada mãe

Red’s Giant Hamburg foi pioneira no sistema drive-thru

O Missouri tem muita história para contar

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Fique esperto na hora de comer

A importância de cursar Harvard na minha vida

No dia seguinte, fui visitar Harvard que, junto com Oxford, Princeton, o Massachusetts Institute of Technology (MIT), Cambridge e a Sorbonne, integram o que considero o sexteto de universidades mais prestigiadas do mundo. Em Harvard, eu cursara gerenciamento de marketing. Depois, fiz ainda outros cursos na Northeastern University, em Boston: gerenciamento de pequenos negócios, marketing e comunicação humana. Não fiz MBA nem um curso e grande importância, apenas realizei alguns cursos. Frequentar aquele ambiente estudantil e ter que caminhar por aquelas alamedas, fortaleceu valores intangíveis na minha vida e pretendo voltar para completar a parte prática.

Este último curso, em especial, foi de grande ajuda na viagem que fiz à Europa e também o seria na que estava prestes a fazer. O contato com os outros, principalmente quando se viaja sozinho, é de extrema importância. Foi um complemento ao meu curso de administração de empresas e um exercício valioso no aspecto pessoal. Representou não apenas pontos extras no meu currículo, mas obrigou-me a me virar num país estranho.

Quando cheguei aos EUA pela primeira vez, meu inglês mal dava para frequentar o Mc Donald’s e me fazer entender. Passei por momentos difíceis. Tive que me dedicar ao aprendizado da língua, sem me importar que em determinados momentos compreendesse apenas 30% do que falavam comigo. Fazia um movimento com a cabeça e fingia que estava completamente entrosado na conversa. Curiosamente, as palavras chaves que eu já entendia então ajudavam-me bastante.

Para recuperar parte daqueles momentos, marquei uma visita a um dos meus professores. Cruzar de novo as alamedas de Harvard, aquele campus imenso, fundado em 1636, me dava um frio na espinha. Isso agravado pelo fato de eu ser uma pessoa bastante emotiva, coisa que admito sem constrangimentos. E por que não o faria? Quem não dá vazão às emoções, vira uma espécie de Etna ou Pina Tubo ambulante, um vulcão prestes a explodir, como aqueles dois, o primeiro na Itália e o outro nas Filipinas.

A Route 66 faz parte da galeria de mitos americanos. É um símbolo que desperta paixão e curiosidade. Acredito na vinculação do nome da estrada ao substantivo “aventura” e de como viabilizei tudo. A ideia veio de encontro a um desejo nascido na minha temporada em Harvard. Ouvia falar da experiência singular que era percorrer aquela estrada, das figuras interessantes, do mito que a cercava.

A Route 66 tem uma importância simbólica para o povo americano.  A estrada é um mito que passa para o inconsciente coletivo geração após geração. É um símbolo de vitalidade para todos americanos. Por isso, ainda que o governo a tenha desativado oficialmente como via federal de tráfego, ela continua mais viva do que nunca, e assim continuará, pois um mito não morre jamais.

A 66 foi a primeira highway dos EUA. A partir dela, nasceu a noção de malha rodoviária nacional. Ao lado disso, sua construção foi pólo de atração para muita gente. Além de atravessar e impulsionar cidades que já existiam, a estrada abriu caminho para a fundação de novos lugares, e serviu de meio e razão de vida para um número imenso de pessoas. Até hoje, é comum encontrar localidades que sugiram por causa da Route com até três mil habitantes ou menos.

A Route 66 não representa apenas o que o povo americano era à época de sua construção. Mais que isso, ela sinalizou-lhe aquilo que ele teria condições de chegar a ser um dia.

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A estrada fundada por empreendedores visionários

As pessoas responsáveis pela construção da Route 66 tiveram uma louvável visão de como a sociedade americana se organizaria nas décadas seguintes e acabaram por atuar, de forma pioneira, para firmar o “american way”.

É impressionante como aquele grupo de empreendedores tinha determinação em seu objetivo, implantar a estrada-mãe, e o quanto conseguiram espalhar e motivar milhares, para não dizer milhões de pessoas que gravitaram em torno da mesma ideia.

Cada vez mais me impressionava com o carisma da rodovia, cheia de personagens que ajudam a manter viva uma história que, em situações normais, já teria se perdido.

Voltavam à mente imagens dos precursores da Route 66, o quanto eles tiveram a capacidade de olhar para frente e de ver o quanto as decisões propostas afetariam não apenas as gerações de então mas também as futuras.

A partir deste processo, como em uma reação em cadeia, foram surgindo outras pessoas com visão mais focada, menos abrangente e, ainda assim, não menos importante para a história das rodovias.

A dimensão correta de quantas pequenas cidades, ao longo dos quase quatro mil quilômetros do percurso, tinham como rua principal a estrada. Em torno dela, negócios desenvolveram-se. Não só servia de passagem para a produção, como era um produto em si mesma.

Além de beneficiar as economias locais, constituía uma “indústria”, a da Route 66. Hoje parece lugar-comum. Mas é fundamental lembrar o seu aspecto pioneiro. Quando ela surgiu, não havia estradas do gênero nos EUA. A Route 66 inaugurou esse estilo.

A estrada foi oficialmente desativada, mas sobrevive na memória dos norte-americanos, tanto pelos saudosistas, que tratam de preservar a memória deste monumento da engenharia moderna, como pelo cinema que ainda vai nos trazer muitos filmes com personagens que percorrem o interior dos EUA numa estrada.

A Route 66 faz parte da galeria de mitos americanos. É um símbolo que desperta paixão e curiosidade.

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A diversidade natural do Missouri

Pudemos conferir a diversidade natural do Missouri. Saindo de Cuba e passando por Saint James, lugarejo de 1.900 habitantes, entramos numa região de pradaria. Um campo imenso, que dá a dimensão de o quanto o homem é pequeno e de como somente aceitando este fato ele conseguiu superar as limitações e dominar, sempre que possível, a natureza.

Em Saint James, o Mule Trading Post é uma parada obrigatória para os aventureiros da Route 66. Ali, qualquer turista eventualmente perdido pode se encontrar e, de quebra, sair carregando algumas quinquilharias referentes à mother road. É interessante também uma visita à Route 66 Motors and General Store. Há uma exposição de carros clássicos e de tudo o que se possa imaginar para quem adora automóveis. A loja inclui ótimas fotos e artigos, e souvenirs da Route. Foi divertido ver os posters de carros da época áurea da estrada, bem como placas e mais placas de sinalização colhidas da sua fase de maior efervescência.

Quando se deixa Saint James, é necessário redobrar a atenção, porque a Route 66 é interrompida, obrigando o motorista a voltar para a Interstate 44, ou cruzar para o lado norte, via SR-8 e a Interstate 68.

Seguindo nossa aventura, alcançamos a cidade de Rolla, fundada pelos funcionários envolvidos na construção da ferrovia em 1855. Ao que parece, o nome da cidade resultou de uma confusão fonética. Quando se decidia como seria chamada a nova comunidade, apareceram várias sugestões, como Hardscrabble ou Phelps Center. A proposta vencedora, no entanto, foi a de George Coppedge, que queria homenagear sua terra natal, Raleigh, na Carolina do Norte. Acontece que Coppedge pronunciava o nome de sua cidade como “Raw-la”. O tempo encarregou-se de popularizar a má pronúncia e Rawla (ou Raleigh) virou Rolla.

A localidade ganhou importância como ponto final do trecho rumo a oeste da ferrovia. Ali, as cargas eram transferidas. Com a Guerra de Secessão, tornou-se um ponto de ligação vital para o exército da União, que construiu naquelas terras um acampamento de grandes dimensões. Depois da guerra, a estrada de ferro seguiu em frente e a cidade perdeu sua posição estratégica. Hoje, tem cerca de 15 mil habitantes.

Outra particularidade de Rolla é o fato de lá ficar a administração central do Parque Nacional Mark Twain. O Missouri tem fortes elos com uma parte da história americana. O escritor famoso é um deles. Mark Twain era o pseudônimo de Samuel Langhorne Clemens. Nascido em 30 de novembro de 1835, na cidade de Flórida, Missouri, adquiriu fama internacional em vida, como escritor, conferencista e humorista. Após sua morte, a qualidade da obra que deixou foi enaltecida por figuras respeitadas como Ernest Hemingway e William Faulkner, em especial As aventuras de Huckleberry Finn, publicado em 1884. Segundo os escritores, este livro desempenhou importância fundamental na literatura americana do século XX. Twain morreu em 21 de abril de 1910.

É possível acampar, fazer piquenique, nadar nos três rios que o atravessam (Gasconade, Little Piney e Big Piney), caçar, andar de barco e explorar a pé a região. Paramos rapidamente para admirar a natureza, pois estava um pouco frio demais para qualquer tipo de atividade destas, sobretudo nadar. Brrrrrrrrr. Em Rolla fica também a Western Historical Manuscript Collection, da Universidade de Missouri. Novamente confirmou-se para nós a importância que atribuem à Route 66. As informações mais frequentes que encontramos ali referiam-se ao seu traçado histórico.

Cidade na Route 66 no estado do Missouri

Rolla

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A cidade fantasma de Texola

Depois de passar por dentro de Sayre, segui em direção a Erick, lugarejo com apenas três mil habitantes, fundado em 1902. Lá, houve uma época em que o excesso de velocidade era tratado como um assunto sério. A bordo de um Ford preto modelo 1938, carro considerado então bastante rápido, o oficial Elmer poderia alcançar quem bem entendesse e estivesse exagerando na pressão no acelerador.

Nem mesmo figuras famosas como o comediante Bob Hope escaparam das multas. No seu programa de rádio, Hope chegou a afirmar que só voltaria a passar por Erick montado no lombo de um burro. A eficiência de Elmer tornou-se um fardo e os negócios com turismo caíram muito. Foi necessário que ele saísse de cena, pelo menos oficialmente. Muitos dizem que ainda hoje é possível ver um velho Ford preto V-8 aparecer de repente no retrovisor. Talvez seja apenas uma espécie de aviso do guarda rodoviário fantasma, uma das lendas da Route 66.

Finalmente, cheguei a Texola, perto da divisa com o Texas e a menos de dois quilômetros da Interstate 40. A população oficial é de dez habitantes, mas, no tempo em que permaneci lá, vi apenas três pessoas. Há um monte de prédios abandonados e não é difícil se sentir numa, cidade fantasma, daquelas que surgiam e desapareciam no tempo do Velho Oeste. A cadeia, construída em 1910, é um dos pontos mais fotografados, devido à precariedade da construção, que revela como era a justiça por ali na época. Mesmo vazio hoje, o lugarejo teve pontos tradicionais como o Longhorn Trading Post, erguido em 1930, um dos primeiros restaurantes da Route 66.

Ainda que tenha sobrado mais capim do que cidade, uma placa orgulhosamente exalta: “Não existe lugar como Texola.” Talvez eles tenham razão. No entanto, conheci uma história deliciosa sobre essa pequena localidade, através de Michael Wallis. Quando a Route 66 ainda era ativa, ela era passagem obrigatória de muitos viajantes, sobretudo motoristas de caminhão. Certo dia, Texola, que nunca chegou a ser agitada, amanheceu com uma das suas principais placas indicativas, que ficava voltada para a estrada, apresentando uma pequena alteração: no lugar do “T”, lá estava um “S”, transformando-a em “Sexola”.

Dentro de poucas horas, o movimento local aumentara vertiginosamente e havia pessoas pagando para obter a informação sobre onde ficava aquela casa, “Sexola”. O autor da brincadeira nunca foi descoberto. Mas, sem dúvida, aquela foi a ocasião em que a cidadezinha mais recebeu visitantes num curto espaço de tempo. A placa não existe mais. Em seu lugar, há apenas uma fundação. Entretanto, não é difícil imaginar o quão convidativo o sinal parecera para aqueles caminhoneiros, longe de casa há muitos dias, sozinhos…

O vento soprava, jogando poeira nas ruas desertas. O sol brilhava, apesar da temperatura relativamente baixa. Eu estava bastante cansado, mas aquela região desolada, na divisa com o Texas, voltava a me mostrar o quanto a natureza é maior do que o homem. Há mais de um mês na estrada, passando por tantos lugares e vendo mundos diferentes, a placa de “Bem-vindo ao Texas”, poucos quilômetros depois de Texola, fez-me sentir um pouco como os okies* do tempo do Dust Bowl.

Com a roupa cheia de poeira, rumo à Califórnia, era como se eu fosse um personagem de Steinbeck. Naquele momento, deixava para trás Oklahoma, o estado onde nasceu a Route 66, onde é possível encontrá-la quase intacta por longos trechos. Ali pude perceber o verdadeiro sentido da estrada mãe, tantas eram as cidades que vivem ainda à custa dos negócios proporcionados por ela. Outras, infelizmente, não resistiram ao seu desativamento e esvaziaram-se muito, quando não totalmente. Mas ali estava ela, a gloriosa Route 66, na lembrança viva das pessoas que ajudaram a pavimentá-la e a torná-la uma das mais conhecidas rodovias em todo o mundo.

Cidade na Route 66 do estado de Oklahoma

Texola

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A cidade de Lincoln em Illinois

A cidade foi fundada em honra do décimo sexto presidente americano, Abraham Lincoln, e tem 15 mil habitantes. No lugarejo, existe um sem-número de curiosidades sobre a vida deste político que, ao se tornar chefe do  governo, teve que enfrentar a Guerra de Secessão e foi o responsável pelo fim da escravidão. As atrações históricas locais remontam ao tempo em que o jovem Lincoln era ainda um advogado promissor.

É interessante observar que, de todas as cidades que receberam seu nome, esta foi a única cuja homenagem foi feita com o conhecimento e o consentimento de Lincoln, e antes de assumir a presidência, em 1853. Ele participou, inclusive da escolha do sítio. Mais tarde, adquiriu um lote como compensação pela luta para criar o local.

No Lincoln College Museum está a “coleção” do presidente. São mais de dois mil itens, desde volumes, manuscritos, objetos de arte e outros de interesse histórico. Perto da Broadway Street e da Chicago Street, fica o “ponto de batismo” da cidade. Na época, pediram ao advogado Lincoln que fosse o padrinho do lugar que levaria seu nome. O advogado, que praticava no circuito judicial do distrito de Logan, atendeu ao pedido. Levou uma melancia para um lote e partiu-a ao meio, dizendo que o suco dela era a água benta de Lincoln. Acena é representada pela réplica de uma fatia da fruta numa praça florida e bem-cuidada. Garantem ser exatamente aquele o local onde o evento ocorreu.

Não só ali, mas em todas as pequenas cidades que formam o Logan County, existem marcos da passagem de Abraham Lincoln, que, como a maioria já sabe, acabou seu mandato assassinado dentro de um teatro. Conta a lenda que, durante um jantar na Casa Branca, o presidente confessou à mulher e aos poucos presentes que havia tido um sonho em que assistia ao próprio enterro. Poucos dias depois, foi assassinado a tiros.

Capital de Illinois, Springfield tem uma população de mais de cem mil habitantes. Criada pela iniciativa de pioneiros em 1819, foi alvo de uma campanha de seu morador mais ilustre: Abraham Lincoln. Foi por obra dele que a cidade virou capital em 1837. No mesmo ano, Lincoln e a família mudaram-se para lá. Ali, o presidente morou, casou e trabalhou até ir para Washington, em 1861. Além da casa de Springfield, sua única residência foi a Casa Branca. Ele costumava dizer: “Devo tudo a este lugar e à gentileza de seu povo.”

Seu discurso famoso de adeus foi feito lá, assim como o pronunciamento contra a divisão do país durante a guerra civil. Em 1865, o corpo de Lincoln foi enterrado no cemitério de Oak Ridge, onde repousa junto com o restante da família. Visitei a casa onde ele morou, hoje um museu. Foi como viajar de volta ao passado. Springfield tem o charme típico de uma capital sulista (apesar de Lincoln estar num estado que lutou ao lado dos federalistas). Constatar a estabilidade econômica de um centro voltado para atividades educacionais e prestadoras de serviço, cheio de profissionais liberais, tornou o lugar ainda mais agradável.

Cidade na Route 66 no estado de Illinois

Lincoln

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O Wagon Wheel Motel reproduz o estilo americano da época

Finalmente, chegamos ao nosso destino, Cuba, outra pequena cidade de cerca de 1.100 habitantes, que foi fundada em 1857 como vila rural com conexão para o sistema de ferrovias. Cuba virtualmente abandonou seu leito original, à beira dos trilhos, e mudou-se para as margens da Route 66, nos anos 30, quando a estrada passou por lá. Apesar de manter-se como centro destacado de agricultura, a cidade seria mais bem classificada como uma highway town, a exemplo de muitas ao longo do percurso.

Paramos e tiramos uma foto no tradicional Wagon Wheel Motel. Está bem conservado e reproduz com fidelidade o estilo americano da época. Aliás, o próprio ramo de motéis foi uma das muitas atividades que tiveram impulso por causa da estrada mãe. Na rua principal, que é a Route 66, é preciso atenção para não perder o Wagon Wheel de vista. O sinal que o identifica é o símbolo que carrega no nome, uma roda de carruagem, veículo essencial para a primeira etapa da conquista do Oeste. (A segunda, como se sabe, foi feita em automóveis, com a ajuda preciosa da Route 66.) O prédio é simples, com um telhado de quatro águas irregular e paredes alternando madeira branca e pedras. Na entrada, uma placa registra a vocação do local: “Bem-vindos, exploradores da Route 66.”

Gostei muito dali. Talvez parte da sensação agradável tenha sido provocada pela placa que acabei de citar. A essa altura, já me considerava um autêntico “explorador da Route 66”. Além disso, o dia estava esplendoroso. Pela primeira vez, na última semana, não fazia muito fito. O sol brilhava sozinho num céu de brigadeiro. A única lembrança de que era inverno ficava sob a responsabilidade do vento, constante e gelado. Mesmo assim, estava agora mais para brisa.

Cuba tem ainda outros bons lugares para hospedagem: hotéis como o New Central e o Cuba, alguns que adotam o sistema de cabines ou de bangalôs, no estilo do Wagon Wheel, além do Barnsdall e da Red Horse Tavern. A cidade tem também histórias pitorescas como a do Midway Restaurant and Garage. Allyne Earls havia alugado o ponto por dez anos, até conseguir juntar a quantia suficiente para comprá-lo, em 1944. Construiu 24 quartos, que passaram a funcionar 24 horas por dia, quatro banheiros e expandiu o restaurante na área da garagem. Quando acabou a reforma, 36 pessoas formavam a equipe de funcionários.

Durante a Segunda Guerra Mundial, quase todos os quartos foram ocupados por soldados do Forte Leonard Wood, acompanhados de suas mulheres. Mais de seiscentas pessoas utilizavam-se do restaurante todos os dias. Um T-bone steak com batatas fritas, salada e legumes custava apenas US$ 1,20. Para quem tinha orçamento menor, o hambúrguer saía por 12 centavos. Ao longo de 38 anos, o Midway manteve-se fiel às origens e permaneceu aberto 24 horas por dia. Em 1970, a proprietária resolveu vender o ponto. O novo dono, é claro, pediu as chaves. Mas Allyne foi incapaz de encontrá-las, pelo simples fato de que o lugar nunca havia fechado.

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Viajar por conta própria dá liberdade, autonomia e até economia

Evite ficar hospedado diante do principal cartão postal da cidade

Caso alguma coisa não saia conforme o plano, improvise

É preciso ter muito cuidado para ter a melhor experiência possível

Uma maneira de poupar dinheiro é optar por destinos econômicos

Foi assim que encontrei locais incríveis pelo mundo para dormir

Nada de colocar o dinheiro dentro do sapato

O Novo México parece não ter fronteiras

O Novo México parece um imenso território sem limites. A Terra do Encantamento descende diretamente do Céu. Outros lugares na Route 66 constituem-se de rios, montanhas e planícies. Muitos estados nasceram da vontade de ferro de homens que defenderam suas fronteiras com determinação. Mas o Novo México parece não ter portas na sua história, nem telhados na sua existência.

A maior ligação do seu povo, dizem os compêndios, é com a terra e com o céu. As fronteiras, naqueles 314.342km², são formadas pelo encontro de ambos. Em 1849, o capitão Randolph Marcy fez um relatório sobre uma região do Novo México conhecida como Llano Estacado, chamando-o de “o grande Saara da América do Norte (…) ilimitado quanto o oceano. Nem mesmo os selvagens se atrevem a atravessá-lo, a não ser em dois ou três pontos, onde sabem que podem encontrar água”. A princípio, portanto, pareceu-lhe uma terra agressiva, que não desejava a presença do homem. Marcy fora encarregado de uma expedição à Califórnia, no tempo da Corrida do Ouro. Seu objetivo era reconhecer o terreno entre o Arkansas e Santa Fé, para a implantação de uma estrada nacional.

Era dia quando entrei no Novo México e logo percebi que a cor do céu mudara. O azul cobalto acentuado surpreendeu-me, assim como as nuvens de chuvas passageiras, tão próximas que parecia possível tocá-las. Como num desenho animado, era como se elas caminhassem em cima de mim. Fosse pelo brilho do sol ou pela proximidade da chuva, naqueles vales infindáveis, eu tinha a sensação de ser o centro da cena. Descobri, assim, que é fácil ficar envolvido por uma terra em que sol, céu, terra e água se encontram de forma tão peculiar. Parece que ali a única exigência feita ao turista é que se permita ficar encantado.

Este território foi ocupado desde cedo e por muitos séculos pelos índios, ou, usando o termo atual politicamente correto, americanos nativos. Os exploradores espanhóis, que lá chegaram no século XVI, chamavam suas aldeias de “pueblos indígenas”, uma vez que sua organização social não diferia muito daquela dos pueblos ou vilas espanholas. Os apaches e navajos eram seminômades. Estes últimos adotaram muito do modo de vida dos pueblos, embora com estrutura social menos sólida e mais individualista, enquanto os apaches permaneceram nômades.

Os 19 grupos indígenas ali existentes têm diversos pontos de contato entre suas culturas, apesar de falarem pelo menos seis dialetos diferentes. As aldeias são lugares obrigatórios para quem passa pelo Novo México, principalmente quando estão celebrando alguma festa, que costuma incluir rituais e danças. Alguns pueblos ignoram os turistas, enquanto outros tentam conciliar as tradições indígenas com os beneficies trazidos pela cultura dos brancos, especialmente os viajantes. Mas a máquina fotográfica é um artefato com o qual é preciso ter cuidado. Não é todo lugar ou toda pessoa que pode ou quer ser fotografada.

Assim que Cristóvão Colombo descobriu a América, os espanhóis começaram a explorar a terra. O território foi visto pela primeira vez em 1539, pelo frei Marcos de Niza, como uma “vila” indígena dos hawlkuh, perto de onde fica hoje a cidade de Gallup, no Novo México. O frei voltou à Espanha com histórias delirantes de localidades cheias de ouro, que deixaram o vice-rei tão impressionado, que no ano seguinte Niza foi nomeado guia da expedição comandada por Francisco Coronado. Este retornou à Metrópole dois anos mais tarde praticamente falido, sem ter encontrado nem ouro nem qualquer outra coisa de valor.

Os primeiros sinais de colonização foram dados por Don Juan de Oñate em 1598. Em 1609, Pedro de Peralta fundou a cidade de Santa Fé, a mais antiga dos EUA. Os povoados pipocaram ao longo do Rio Grande até 1690, quando os pueblos indígenas, com o auxílio dos apaches, expulsaram todos os europeus daquele território, no que ficou conhecido como Revolta dos Pueblos.

Em 1810, Napoleão Bonaparte conquistou a Espanha e 11 anos depois o México tornou-se uma nação independente. No ano seguinte, William Becknell levou para a região os primeiros vagões sem trilhos e começou o que posteriormente viria a ser chamado de Santa Fe Trail. Após a guerra com o México, em 1848, o Novo México passou a ser território americano, como resultado do Tratado de Guadalupe Hidalgo, assinado pelos dois Congressos naquele ano.

A Guerra do México, entre 1845 e 1848, é considerada pelos historiadores como uma das campanhas militares mais desastrosas para o exército americano, ainda que o conflito tenha resultado em vitória para os EUA. O México tinha um governo instável, pouco mais de duas décadas depois de se tornar independente da Espanha. Nas disputas internas, a questão do Texas transformou-se em bandeira. Mesmo com aquele território tendo proclamado a sua independência, os mexicanos consideravam que os EUA declararem a anexação seria uma atitude provocadora. O ato realmente foi aprovado pelo Congresso americano em 1845. Até então, vinha sendo negado, não em função das ameaças diplomáticas mexicanas, mas porque os antiescravagistas temiam que dali fossem nascer vários estados onde o trabalho escravo seria permitido.

Por essa razão, houve resistência dentro dos EUA à política do presidente James Polk de garantir a entrada do Texas na federação. Pelo menos, a justificativa oficial era impedir o avanço da Inglaterra sobre o Texas. Na época, boa parte da política externa americana estava voltada para frear os avanços britânicos na região. O México entendeu o envio de tropas para a fronteira do Texas como provocação e iniciou um conflito que teve 17 meses de efetivas batalhas.

Os EUA arregimentaram muitos voluntários que apoiavam o conflito, fazendo com que o exército pulasse dos regulares seis mil homens para 115 mil. Ao final, através do já referido Tratado de Guadalupe Hidalgo, os EUA confirmaram a soberania sobre o Texas e ainda ficaram com o Novo México e a Califórnia, o que anexou 3,1 milhões de quilômetros quadrados ao território americano. Em troca, o México recebeu US$ 15 milhões como indenização.  Finalmente, em 1912, a Novo México foi admitido na federação americana com o status de estado. A capital desde então foi Santa Fé.

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Logo que se deixa Rolla, a Route 66 bandeia-se para a região dos Ozarks. Este é mais um nome exótico, proveniente de uma corruptela. A palavra original é a expressão francesa aux arcs. É constituída por formações rochosas relativamente antigas, geralmente planas, mas pontiagudas. Tem alguns vales profundos. Quando se entra nos Ozarks, tem-se a impressão de que se está numa montanha-russa, tamanho é o número de subidas e descidas.

Antes de pegar um ônibus, passei por Martin Springs, importante trecho da mother road, 3,5km a oeste de Rolla. Quando sequer se sonhava com a construção da estrada, era ponto de parada dos pioneiros, para que os cavalos e os rebanhos pudessem beber água. Em 1925, na época em que se discutia o traçado e o nome da velha 66, foi inaugurado ali o estabelecimento The Old Homestead, conhecido como o primeiro posto voltado para os caminhoneiros no país. Três anos depois, W. D. e Lynna Aaron construíram uma loja para vender radiadores, única no ramo durante muito tempo na região. Lynna servia lanches leves e mantinha em estoque alguns produtos. Perto dali, havia o Club 66, aberto em 1938 e que foi destruído pelo fogo duas vezes.

Na altura de Doolittle, a Route 66 se estreita e é ladeada por árvores que se encostam umas às outras, formando uma espécie de túnel. Como quase não havia trânsito naquele trecho, o ônibus ia bem devagar pela longa alameda. Era como voltar no tempo, para os idos dos anos 50 e 60, quando a estrada tinha ainda grande parte de sua imponência.

Passei, então, por Devil’s Elbow e cheguei a Lebanon. A localidade, nascida em 1849, durante a guerra civil, foi alternadamente ocupada por nortistas e sulistas. Primeiro, surgiu a ferrovia. Ao lado dela, foi construída a Route 66.

Atravessar aquela região dava a estranha impressão de que estava no caminho errado. Sempre ladeando a estrada de ferro, com a interestadual atrás, a 66 parecia algo esquisita. Mas não. Era apenas um velho pedaço da estrada mãe e não uma zona mal-assombrada, como pôde até parecer a princípio. Lebanon tem dez mil habitantes e é a maior cidade entre Rolla e Springfield. Um dos locais interessantes para o visitante é o Munger Moss Motel, bastante popular. Outros atrativos são o Nelson Hotel e o Dream Village, construídos por Arthur Truman Nelson.

Cidade na Route 66 no estado do Missouri

Rolla

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Experimente as “Costelas de dinossauro” na Route 66

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Cheguei finalmente a Oklahoma City, a única capital no caminho da Route 66. É uma das poucas cidades do estado a não ter herança indígena, pois nasceu com os pioneiros brancos. Muitas localidades entraram para a história por terem sido povoadas da noite para o dia. Mas Oklahoma City é recorde absoluto. Em cerca de trinta minutos, a partir do meio-dia de 22 de abril de 1889, mais de mil pessoas estabeleceram-se no terreno designado para a Great Oklahoma Land Run, literalmente, Grande Corrida por Terras de Oklahoma. Quando a noite caiu, naquela primavera, mais de dez mil colonos começavam a organizar suas vidas no novo sítio. Somente em 1910 ela tornou-se capital e hoje tem quase 450 mil habitantes.

No estado, apenas uma média de 15 cidades excede os 25 mil habitantes. Portanto, Oklahoma City é o centro urbano de maior importância, com a sua largamente desenvolvida indústria de prospecção e refinamento de petróleo, assim como a de fabrico de equipamentos relacionados à atividade. Além disso, é um centro de importância no processamento de grãos e destaca-se em setores de tecnologia avançada.

Entrei em Oklahoma City pela Kelley Street e logo estava na 63rd Street, onde fica o The National Cowboy Hall of Fame. É um prédio dedicado a essa figura quase legendária, que, com seu sofrimento para dominar a nova terra, estranha e inóspita em muitos casos, fez história. Sua marcha tornou a região conhecida como o Velho Oeste, popularizado internacionalmente no cinema.

Foi na conquista do Far West que eles entraram para o hall da fama. É possível encontrar ali, em detalhes, toda a trajetória deste tocador de gado, o cowboy. A coleção inclui obras de arte a respeito da vida destes profissionais pioneiros e artefatos autênticos usados por eles na época. Deparei-me com aquelas esporas enormes, vistas tantas vezes tilintando nos pés de atores como John Wayne. E como o maior companheiro do cowboy era o cavalo, o animal não poderia deixar de estar presente em todos os momentos. Vim a descobrir depois que Oklahoma City chama para si o título de “capital mundial de shows com cavalos”.

No Remington Park, acontecem frequentes corridas de cavalo, concorridíssimas. Aproximadamente trinta eventos equinos ocorrem por lá todos os anos. Em outubro, é realizado um “festival do cavalo”, com exposições que duram dez dias. Outra tradição local é o Red Earth, ou terra vermelha, um festival em celebração à cultura americana nativa. Inclui danças, música, exposições e acontece sempre no segundo fim de semana de junho. Eles não esquecem seus cowboys, seus cavalos e seus índios.

Ao lado do hall da fama dedicado aos cowboys, fica o County Line Restaurant, ideal para quem aprecia um bom churrasco. No prédio, erguido em 1918, funcionou anteriormente o Kentucky Club, uma espécie de cassino clandestino. A sala principal, com o bar, era rodeada de pequenas saletas onde a jogatina rolava solta. Dizem que um dos frequentadores assíduos era ninguém menos que o “robin hood” Pretty Boy Floyd, acompanhado por apostadores inveterados e contrabandistas. Ernst Hemingway teria adorado o local.

Ao ler o cardápio do restaurante, fiquei curioso diante de um prato indicado como “costelas de dinossauro”. Para ver do que se tratava, fiz o pedido, respaldado ainda pelo fato de que estava com muita fome. Mas, confesso que fiquei impressionado com o tamanho da iguaria, que, além de enorme, é uma tentação mesmo para um vegetariano não muito convicto. No entanto, o lugar encheu de uma hora para outra e começou a parecer uma imensa churrasqueira.

Cidade na Route 66 do estado de Oklahoma

Oklahoma City

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Uma árvore na praça sagrada

Nosso grupo depois de 4 dias havia conquistado o objetivo de terminar a Trilha para chegar a Machu Picchu. Estamos eufóricos e esgotados. Foi um desgaste físico e emocional muito grande.

Resolvi me desgarrar um pouco do grupo. Precisava ficar sozinho. Novamente, uma estranha sensação apoderava-se de mim: era como se a minha energia se fundisse com a energia que vinha das construções e do espaço. Entendi, mais do que nunca, que nada do que me acontecera desde o planejamento e durante a viagem fora por acaso.

Havia um destino a ser cumprido, mais poderoso do que o racionalismo pragmático que parecia nortear os meus passos na vida até então.

Caminhei em direção a uma praça em que uma árvore seca se destacava, bem ao centro. Estava sem folhas por causa da época do ano, era inverno, mas deveria ser mais do que um ornamento.

Nada em Machu Picchu era fruto do acaso. Tudo tinha sentido, simbologia e objetivo. Aquela era a praça sagrada. Ali estava o sepulcro da sacerdotisa mais importante da cidade, conhecida como a “mulher do diabo”.

A sensação de terminar a trilha é maravilhosa. É um compromisso que você acaba de realizar e fortalece seu emocional tornando emocionalmente forte. Andar por Machu Picchu é um complemento de um destino que você conquistou.

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Trilha Inca: Wayllabamba – 1º dia

O dia amanheceu fresco, com céu azul e de poucas nuvens. Eram 6h30 quando entrei no microônibus que nos levaria até o início da caminhada. Passamos em alguns hotéis para reunir as 19 pessoas que participariam da aventura. O guia chamava Gustavo Jove Guevedo, era razoavelmente baixo, trigueiro e com olhos levemente puxados, um representante típico da mistura do índio com o espanhol. O boné que usava lhe dava a aparência de garoto, acentuada pelo sorriso que não tirava do rosto.

Existiam duas maneiras de se chegar a Machu Picchu, que fica a 112 km de Cusco a 2.450m de altitude. Uma era enfrentar quatro horas de trem até Aguas Calientes, cidadezinha no pé da montanha onde está Machu Picchu. De lá, pegava-se um ônibus até o topo. A segunda foi a que escolhi, não pela conveniência, mas por permitir um contato mais verdadeiro com a cidade misteriosa. O caminho inca seria uma experiência de trekking, em meio à floresta, utilizando as mesmas trilhas que os habitantes daquele refúgio utilizavam.

O ônibus deixou-nos no km 76 da estrada que liga Cusco a Aguas Calientes, em Chilca. Fôramos instruídos a levar pouca bagagem, porque tudo teria que ser carregado nas costas. Apenas as barracas e a comida eram responsabilidade da equipe de apoio. De resto, todos levariam seu sleeping bag, roupas, artigos para higiene pessoal e reforço alimentar. É proibido dormir dentro dos monumentos arqueológicos e fazer qualquer tipo de depreciação, como tirar peças, gravar o nome ou coisas do gênero.

Fomos alertados sobre o soroche é um mal que acomete algumas pessoas quando expostas à altitude elevada, por causa da baixa pressão de oxigênio. Sentir enjoos, dores de cabeça e vomitar, não é grave, mas precisa de medicação imediata. Para evitar faça refeições leves, sem exagerar na quantidade, e tomem mate de coca, que alivia este efeito. Chupar limão ou bala de limão evita a desidratação. Descanse o máximo que puderem.

A fase de preparação durou meia hora e começamos ali um processo de solidariedade que seria muito útil nos próximos quatro dias. Não tinha ideia do quanto precisaria dos outros. O guia mostrou um ponto no mapa e informou que na primeira fase, iriamos acompanhar o pé da montanha. Não tem como errar. Existe uma sinalização de padrão internacional que dá informações a respeito de aspectos climáticos, distâncias e serviços nas diversas fases do caminho. Devemos nos encontrar numa casa de pedra que é um centro arqueológico chamado Llaqtapata, onde vamos parar para almoçar.

Olhei ao redor e vi que meus companheiros de jornada vinham dos mais diferentes pontos do mundo. Como eu, haviam recebido uma espécie de “chamado” a princípio inexplicável que os empurrara rumo a Machu Picchu. Todos pareciam conscientes da grandiosidade do momento que estava por vir: vencer o difícil caminho inca e chegar, enfim, à cidade sagrada, fonte de energia em estado puro. Não era como num grupo de excursão tradicional. Cada um faria seu ritmo e o do guia era rápido. Não era difícil seguir o caminho: a picada aberta no pé da montanha tinha traçado óbvio. Qualquer dúvida, era só acompanhar a margem das águas inquietas do rio Urubamba. A vegetação era densa e menos seca do que eu esperava. Cactos dominavam a paisagem. O dia agradável contribuía para aumentar o prazer do contato direto com a natureza. O chão pedregoso castigava os pés, mas àquela altura ainda não sentia os efeitos.

Tudo era desconhecido. Embora a paisagem natural fosse exuberante, não parecia disposta a fazer concessões aos habitantes urbanos que nela se arriscavam pela primeira vez. O sol castigava e nós andávamos. Andamos muito, em passo razoável, mas andamos muito. Cerca de quatro horas depois, havíamos vencido seis quilômetros. Assim que atravessamos um bosque de eucaliptos, avistamos Llaqtapata, um vilarejo com cem casas de tipos variados. Uma placa anunciava: altitude 2.498m. Havia uma praça central, em forma de trapézio, e dois edifícios em estágio avançado de deterioração. Fora construído aproveitando o declive do terreno para favorecer os trabalhadores agrícolas.

Logo em seguida, vi parte do grupo já esparramado pelas sombras escassas, esperando a hora de comer. Os cozinheiros trabalhavam animados, falando apressados uns com os outros, enquanto mexiam a comida em panelas largas. O cheiro era forte demais, mas não havia opção. De entrada, sopa de legumes, grossa e temperada; depois, a pièce de résistance: rodelas de abacate, recobertas de atum, acompanhadas de tomate e pepino crus, e um pedaço de pão. A sobremesa era uma laranja. Tomamos chá de mate de coca, já nos preparando para a subida. O almoço durou uma hora.

Agora, o destino é Wayllabamba, onde vamos acampar à noite. Preparei os casacos, pois daqui para a frente deve esfriar. Wayllabamba fica a dois mil, setecentos e setenta e dois metros.

Assim que deixamos Llaqtapata, havia uma subida forte, embora pequena. Após vencê-la, continuamos o caminho, acompanhando o rio Kusichaca. Por volta de 17h, eu estava virtualmente acabado. Exagerara na roupa de frio e tive que carregá-la no corpo mesmo quando o calor castigava. Além disso, comi pouco, e por não ter passado uma noite tranqüila, fiquei debilitado e com uma aparência horrível.

A subida foi difícil! Era outra hora inteira de pedras e de uma montanha bastante íngreme. Começava a anoitecer e a nossa preocupação era chegar logo ao acampamento. Sem conhecer a região, seria suicídio tentar prosseguir à noite. Mal acreditei quando avistei os companheiros de jornada.

Wayllabamba era o único povoado no caminho, com algumas construções antigas: aquedutos do tempo dos incas.. Depois de andar dez horas a pé, os músculos estavam em frangalhos. Só restava a expectativa do jantar. Esperava que superasse o almoço. Desta vez, o cardápio agradou ao meu paladar. De novo, serviram sopa de legumes como entrada. Na temperatura fria, caiu melhor do que no almoço. Depois, veio um frango cozido com batatas, acompanhado de arroz.

Entrei na barraca e me deparei com uma situação desagradável. Tive que tirar as botas e as meias para dormir. Depois de andar 16 km e ficar o dia inteiro com elas sem tomar banho, dá para imaginar a qualidade do odor que logo se espalhou no pequeno recinto.

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Trilha Inca: Warmiñusqa – 2º dia

Eram 5h30 da manhã e eu devia estar com cara de quibe adormecido. Em geral, a primeira noite em barraca é assim: você até dorme, mas parece que o corpo não descansa o suficiente. Continuaria dormindo, só que o caminho nos esperava. Reunimos as coisas rapidamente e fomos tomar o desjejum, que incluía mate de coca, pão, manteiga, marmelada, leite em pó e café.

A aparência do grupo era de cansaço, mas depois de umas canecas de café, estávamos mais refeitos. Hoje andaremos dez quilômetros até a montanha  chamada Warmiñusqa, a quatro mil e duzentos metros de altura.  Sugiro que se concentrem bastante. Serão oito quilômetros de subida. É um esforço físico e mental forte. Por isso, conversem apenas o necessário.

O guia dera uma dica legal. É comum os aventureiros experimentados contratarem habitantes locais para levarem as mochilas montanha acima. Assim, quem estava desacostumado com este tipo de exercício poderia gastar todas as energias para carregar somente o próprio peso. Segui o conselho sem pensar duas vezes. E, além disso, meu anjo da guarda — talvez fosse mais apropriado dizer anjo da carga — chamava-se… Jesus!!!

Começamos a jornada. A subida era realmente forte e por ser encosta de uma montanha, a vegetação era densa. Caminhamos por mais tempo na sombra, o que foi uma compensação. O sol, de vez em quando, ajudava a esquentar o corpo. O vento gelado que corria por entre as árvores parecia querer transformar os ossos em pó.

Há dois tipos de pessoas que vão a Machu Picchu. O primeiro é aquele que não se interessa exatamente pela filosofia e cultura dos incas; quer apenas Machu Picchu como atração turística. Esse não costuma seguir o caminho inca, preferindo o conforto da subida de ônibus a partir de Aguas Calientes. O outro é o que vai até lá atendendo a uma solicitação interior, em busca de alguma coisa além das aparências, da energia divina que parece impregnar o Vale Sagrado. Esse geralmente opta por seguir a trilha inca, como forma de se aproximar da história daquele povo fantástico, de tentar aprender um pouco da sua espiritualidade evoluída. Segue o caminho sem pressa, detendo-se nas ruínas e observando a beleza da paisagem, preparando-se, aos poucos, para o ritual inesquecível que envolve o encontro com a cidade perdida.

Seis horas e meia depois, atingimos o topo da montanha Warmiñusqa. Não estávamos nas nuvens, estávamos acima delas. Cheguei perto do abismo, levantei os braços para o alto e dei um grito, misto de satisfação pela vitória e desabafo pelo cansaço. Olhava os flocos de água condensada de cima para baixo. Sobre mim, o céu azul, limpo. Parecia estar no teto do mundo. Ninguém se assustou com meu grito. Ao contrário, me aplaudiram. Descansamos trinta minutos e enfrentamos outros vinte de descida muito forte até o ponto onde almoçaríamos. Se na subida os músculos de trás da coxa eram bastante exigidos, agora eram os da frente. Parecia ter cem quilos sobre os joelhos. A tensão era grande, porque qualquer erro e rolaria montanha abaixo, de uma vez só. Desci com tudo nas costas. Por um instante, pensei em que espécie de prazer poderia levar as pessoas a enfrentarem situações como aquela. Estava me sentindo uma lhama de carga. No entanto, sabia seriamente que aquela trilha e suas dificuldades representavam externamente um outro plano, o interior, que percorríamos ao mesmo tempo, com desafios e dores a serem vencidos. Nessa perspectiva, Machu Picchu seria, para cada um, a possibilidade do grande encontro consigo mesmo.

Finalmente, alcançamos Gustavo: o almoço já estava pronto. O guia veio trazer a comida em cumbucas a salada de beterraba. Mas tinha também cenoura, pepino e maionese, acompanhados de macarrão parafuso cozido no sal. Achei uma delícia. Estávamos cansados.

Seguimos em frente, para duas horas de descida forte. Os pés tinham que se agarrar literalmente às pedras. Era a garantia de que não escorregaríamos. Meus joelhos doíam. Enfim, “aterrizamos” em Pacaymayu, a 3.500m de altitude. Esse seria o ponto de nosso pernoite. Uma sensação de alívio tomou-me quando vi a equipe de apoio montando as barracas. O pior havia passado.

Hora do jantar. De novo, a entrada foi sopa de legumes, muito bem-vinda, sobretudo para esquentar a mão na cumbuca. Além disso, arroz, purê de batata, e couve-flor cozida na água e sal. Tudo isso em volta da fogueira e regado a mate de coca. A noite foi tranquila. Todos dormiram como anjinhos.

Cidades na Bolívia

Puerto Quijarro | Puerto Suárez | Santa Cruz de La Sierra | Cochabamba | La Paz | Copacabana

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Puno | Ilha de Taquile | Arequipa | Cajamarca | Nasca | Huaráz | Huancayo | Trujillo | Lima | Cusco | Pisac | Machu Picchu

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Controle o enjoo com algumas precauções

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Aprenda com as pessoas muito mais do que os pontos turísticos!

A sensação de liberdade é um dos pontos altos

Viajar barato pelo mundo também depende muito do seu perfil de viajante

Antes de comprar as passagens fique bem atenta a alguns detalhes

Ao invés de cismar com um destino deixe o destino escolher você

As barracas de rua oferecem ótima experiência cultural

Compre algumas coisas no supermercado e aproveite a luz do dia

Fique atento nos quesitos bebida e reuniões de negócios!

Trilha Inca: Wiñaywayna – 3º dia

A alvorada foi às seis horas.  A próxima etapa seria mais tranquila. Teríamos que percorrer 18 km, mas sem subidas e descidas exageradas. A perspectiva de andar tanto, depois dos dois dias que havíamos enfrentado, deveria nos tirar o ânimo. Contudo, já começávamos a entrar no clima, com o corpo agora acostumando-se ao exercício. Além disso, a energia da cidade sagrada já podia ser sentida de uma maneira quase concreta e isso se refletia no comportamento de cada um, que começava a mudar, adquirindo um tom solene e silencioso. Assim, seguimos adiante com a certeza de que a aventura valeria a pena e seria inesquecível. Em 15 minutos, avistamos algumas lagoas, a 3.900m, e as ruínas de Runkurrakay, um conjunto amuralhado com nichos, que possivelmente teria sido um posto de vigilância ou um alojamento. A construção era de pequeno porte, mas de conformação sólida. A impressão de segurança era reforçada pela grossa espessura das paredes e a arquitetura simples fazia supor que ali não houvesse qualquer santuário oculto. Desse ponto, olhando-se para trás, avistava-se o monte Santa Teresa.

Nesse dia, choveu pouco, o que serviu para acentuar o cheiro de mato e flores ao redor. O sol abriu, mas não esquentou muito. De Runkurrakay em diante, a paisagem pintou-se de verde. Tínhamos a impressão de estar procurando uma espécie de esconderijo. Não havia subidas; pelo contrário, descíamos quase o tempo todo. Duas horas depois, apareceu a cidadela de Sayacmarca, a 3.569m, conjunto arquitetônico pré-hispânico, em que as construções ficavam dispostas em planos diferentes, inclusive os pátios e as fontes ligadas a canais que conduziam água sagrada. Um muro protegia a periferia. Esse centro sacro foi batizado pelo descobridor Hiram Bingham de Cedrobamba, devido à grande quantidade de cedros nas cercanias. Para chegar lá, foi necessário subir uma escadaria de pedra próxima às muralhas. Havia espaço suficiente para acampar e o visual era magnífico.

Estávamos perto da hora do almoço. Invejei o preparo físico das equipes de apoio, os porters. Passaram diversas vezes por nós. Quase corriam, enquanto mal conseguíamos andar. O segredo era que estavam adaptados às alturas, possuíam o tórax mais desenvolvido, maior volume de sangue circulando e maior quantidade de glóbulos vermelhos, o que lhes assegurava uma oxigenação perfeita. O movimento tornara-se intenso. Mais e mais turistas-peregrinos cruzavam nosso caminho. Eram chilenos, argentinos, americanos, japoneses e europeus de todos os cantos, reforçando a tese de que no mundo inteiro, a todo momento, inúmeras pessoas recebem o misterioso chamado para ir até a cidade sagrada. Viajavam em grupo, como nós, ou arriscavam fazer a trilha sozinhos, o que é comum.

No almoço, serviram-nos pipocas e arroz chifa, uma mistura de arroz, bacon, ervilha, cenoura e salsicha. O sabor era bastante agradável, tanto pela comida como pela beleza do lugar. Senti-me num piquenique típico, sentado ao lado dos companheiros em volta de uma toalha azul, na beira de um platô defronte a um vale verde e amplo. Enquanto brincávamos uns com os outros, comíamos pipoca. O clima estava gostoso. A emoção era mais profunda. Enfim, estávamos prestes a realizar o sonho comum que motivara o grupo a enfrentar tantas situações hostis: Machu Picchu aproximava-se.

No reinício da caminhada, resolvi dar uma de pole position.. O chão agora era pavimentado com pedras e assim seria até Machu Picchu. O trabalho fora feito à época dos incas e mantinha-se em perfeito estado de conservação. Flores vermelhas e amarelas misturavam-se ao verde, e animais silvestres ajudavam a compor o cenário maravilhoso. Entramos numa caverna cuja formação rochosa provocava eco e brincamos de assombração. Quando estávamos num aposento bem escuro, imitei risada de bruxa, aproveitando a história das feiticeiras incas, contada no dia anterior. No entanto, era cada vez mais forte a sensação estranha, indecifrável, que se apoderava de mim. Ali, a natureza parecia ter colaborado com os incas. A vegetação dos dois lados da trilha tratava de encobrir o trajeto, como se quisesse protegê-los, escondendo-os de possíveis intrusos.

Passamos pelas ruínas de Phuyupatamarca, a 3.495m de altitude. Eram as mais completas e bem conservadas de todo o caminho. Não se conhece a função específica desses prédios. Sabe-se apenas que havia quatro setores: o agrícola, o religioso, o das águas e o de habitação. À nossa frente, outra descida íngreme a enfrentar, aparentando ter mais de mil degraus. Sandra desceu primeiro, porque meus joelhos estavam gritando de dor.

No fim, três quilômetros percorridos e alcançávamos o acampamento Wiñay Wayna (“mulher jovem”), a 2.700m de altitude, um galpão de dimensões avantajadas, que servia de albergue. Era permitido acampar do lado de fora ou podia-se pagar uma taxa simbólica e dormir lá dentro no sleeping bag. Havia um restaurante, onde se vendia um artigo especial que povoava há dias os sonhos da maioria: cerveja. Não aguentava mais tomar mate de coca. Encontrei uma das maravilhas do mundo moderno: banheiros. A água quente tinha hora certa para sair; o resto do tempo ela vinha gelada como descia da montanha. Apesar das limitações, a perspectiva de um bom banho e de uma boa cerveja deixou todos animados. Naquela noite, eram cerca de noventa os hóspedes. Acordaria no dia seguinte e conheceria a cidade Sagrada do Incas, a minha desejada Machu Picchu.

Cidades na Bolívia

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Todos merecem desfrutar os Banhos do Inca

Em Cajamarca, no início da minha viagem, estava atento a tudo que se referisse a história do povo inca. Descobri em minhas andanças um local muito famoso que seria importante para buscar informações e aproveitaria para lazer.

Os famosos Banhos do Inca, balneário histórico, a seis quilômetros de Cajamarca. Um quarteirão abaixo da praça das Armas, o complexo é composto de dez piscinas grandes, de onde sai muito vapor — a temperatura é de 70C.

Aproveitei para andar pelo local e realizar minhas entrevistas atrás de informações e dicas. Vi um informativo numa placa que o visitante poderia banhar-se nessas terras históricas. Não tive dúvidas.

Em pequenos aposentos individuais, pode-se tomar banho com mais privacidade. Antigamente, chamava-se Pulltumarca. Quando os espanhóis chegaram, Atahualpa estava lá.

Aproveitei para relaxar, ninguém é de ferro.

Cidades no Peru

Cajamarca

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Depois de decidido o destino, alguns detalhes podem ser planejados

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Recomendação para percorrer a Trilha Inca

Faça um roteiro adequado ao seu orçamento; no Peru, se for necessário, estabeleça sua base em Cusco, porque é a melhor cidade do país em termos de atrações turísticas, opções de hotéis, restaurantes e vida noturna.

Quem fizer o caminho inca ou passar dois dias em Aguas Calientes, por exemplo, não deve deixar de reservar e pagar antecipadamente a hospedagem em Cusco, pois como os trens retornam abarrotados de turistas atrás de acomodações, você com certeza terá dificuldade em conseguir um local para dormir, conforme a época do ano.

Se quiser um guia para acompanhá-lo a algum sítio arqueológico, peça para ver a identificação, pois muitos dos que se oferecem não estão preparados. E diga sempre que tem pouco dinheiro.

Na estação de Aguas Calientes, ao pegar o trem de volta para Cusco, não perca tempo e enfrente sem medo o tumulto que se forma, para conseguir pelo menos entrar no vagão. Além de ele vir lotado, independente do horário, não existe numeração nas poltronas. A viagem dura quatro horas e é uma grande aventura.

O caminho para Machu Picchu fica fechado de novembro até março, nos períodos de chuva, e reabre de abril a outubro com temperatura média de 13oC. Para viabilizar a ida pela trilha, é exigido o mínimo de oito e o máximo de 19 pessoas; por isso, pague a sua parte na tarde da véspera da partida, para fazê-lo com a certeza de que a agência que escolheu já tem o grupo formado, assegurando o início do passeio no dia seguinte.

Não deixe de carregar sempre na bagagem itens como: protetor labial e filtro solar; alguns medicamentos para uma eventual emergência, como problemas de pressão, prisão de ventre, náusea, vômitos, etc.; chinelos, pois quase sempre o piso dos banheiros não tem a higiene adequada; papel higiênico, que é um artigo difícil de ser encontrado nos banheiros públicos.

As mulheres devem levar absorventes femininos, para evitar a troca constante de calcinhas nas caminhadas longas, que durem dias.

Cidade no Peru

Cusco

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Por que Machu Picchu foi abandonada?

Cusco era o centro político, religioso, astronômico, astrológico e cultural. Machu Picchu era um santuário mágico e religioso, uma cidade de dimensões pequenas, apenas setecentos metros de comprimento por trezentos de largura.

Machu Picchu sempre foi traduzido como “Montanha Alta”. Mas trata-se de um nome de fantasia com que os arqueólogos batizaram a então nova descoberta. Não existe este termo em quíchua e não há qualquer referência em outro lugar a uma “machu picchu”.

Machu Picchu foi projetada para ser uma réplica em miniatura da Cusco imperial, nunca foi terminada. Cerca de sessenta por cento do projeto original foi concluído. Com cerca de mil habitantes, Machu Picchu foi residência de sacerdotisas, bruxas e feiticeiras de diferentes especialidades. Por isso, diz-se que seu nome antes seria Layka Picchu. Tanto em quíchua quanto em aimará, a palavra layka significa bruxa.

O que significa Machu Picchu? Machu é geralmente traduzida por “velho”. No Vale Sagrado, onde a feitiçaria desempenhava maior papel do ponto de vista médico, a doença era considerada mágica. Machu designaria uma divindade maléfica. Não seria errado traduzir Machu Picchu por “Pico do Feiticeiro”, aquele que conhecia a magia capaz de matar, ou, então, de vencer o deus do mal.

Por que Machu Picchu foi abandonada? Tudo começou com uma violenta tempestade que castigou a cidade. As águas corriam pelas calhas, e formavam correntezas nas praças e ruas. Os metais que ornamentavam as muralhas atraíram um raio de poder magnético extremo, que provocou um incêndio de grandes proporções.

O que aconteceu em Machu Picchu seria chamado por nós, hoje, de catástrofe natural. Para eles, no entanto, era sobrenatural. O raio foi interpretado como o presságio de que a cidade dos deuses deveria ser abandonada e condenada como maldita.

Por isso, fizeram o “grande êxodo”. A elite organizou uma cerimônia, último ritual mágico e religioso, o último adeus a Machu Picchu. A desocupação foi feita em silêncio. Deixaram para trás apenas os restos mortais das bruxas.

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Planejando sua viagem a Bolívia e Peru

Ao deixar o Brasil, esteja atento para não parar em Puerto Suárez num domingo, porque neste dia não há trem para Santa Cruz de la Sierra e, assim, você terá que esperar por ele até segunda-feira.

É aconselhável tomar injeção contra cólera no aeroporto, para evitar possível contaminação. É bom também não esquecer de comprar Hidrosteril, para purificar toda a água de fonte natural que venha a beber, nas excursões em geral ou durante o caminho pela trilha inca.

Além disso, adquira apenas produtos industrializados, embalados e bem fechados, para seu consumo, tanto na Bolívia quanto no Peru.

Não se esqueça do seu cartão de crédito, porque como a Bolívia e o Peru são países onde se pratica um turismo econômico, você se sentirá tentado a comprar muita roupa e artesanato, e o orçamento poderá estourar.

Os universitários e secundaristas devem levar também a carteira de estudante, para obter vários tipos de desconto nas viagens.

Procure levar roupas adequadas ao tipo de viagem que escolher e de acordo com a época do ano. Há várias opções de trekking, alpinismo, excursões convencionais, caminhadas, trilhas, canoagem, passeios a cavalo, etc.

No Peru, a voltagem é de 220W; por isso, caso tenha qualquer aparelho portátil para 110W, inclua na bagagem um transformador, porque apenas alguns hotéis de luxo possuem as duas voltagens.

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